Categoria: Projetos

  • Projeto TERRITÓRIOS DAS INFÂNCIAS Experiências, Linguagens e Narrativas Culturais na Educação Infantil

    Projeto TERRITÓRIOS DAS INFÂNCIAS Experiências, Linguagens e Narrativas Culturais na Educação Infantil

    Projeto pedagógico

    Educação Infantil 2026

    Justificativa

    Reconhecendo a criança como sujeito social, histórico e de direitos, este projeto nasce do compromisso de ampliar os territórios de experiências das crianças, especialmente dos bebês e crianças bem pequenas, cujas vivências acontecem, em sua maioria, nos espaços da própria unidade escolar. Compreende-se que a escola é um território rico em possibilidades e que pequenos deslocamentos para outros ambientes, como os espaços organizados para as oficinas, já ampliam as experiências das crianças, favorecendo novas interações, descobertas e formas de relação com o entorno.

    A proposta da oficina itinerante busca oferecer e ampliar o acesso à cultura, às múltiplas linguagens e às experiências significativas, levando vivências sensoriais, artísticas e culturais até as 32 unidades escolares.

    Além disso, o projeto prevê, no segundo semestre, a ampliação desses territórios por meio de saídas pedagógicas para espaços culturais da cidade, como parques, e biblioteca, favorecendo novas descobertas, interações e formas de relação com o mundo.

    Ao ampliar o acesso das crianças às experiências culturais e aos diferentes espaços, o projeto contribui para a ampliação de repertórios culturais, garantindo o acesso aos bens culturais e às múltiplas linguagens, reconhecendo às crianças como produtoras de cultura e participantes ativas em seus territórios.

    A proposta vem ao encontro do trabalho já realizado pelos professores, somando e enriquecendo as experiências cotidianas das crianças, por meio de vivências que ampliam seus repertórios culturais e expressivos. Nesse sentido, as oficinas itinerantes dialogam com as práticas pedagógicas desenvolvidas nas unidades escolares, buscando potencializar experiências já vividas e ampliar possibilidades.

    Objetivo Geral

    Promover experiências significativas por meio de oficinas itinerantes que ampliem os territórios das infâncias, favorecendo o acesso das crianças às linguagens, às narrativas culturais e às vivências artísticas.

    Objetivos Específicos

    • Ampliar os repertórios culturais das crianças por meio de vivências diversificadas;
    • Proporcionar     experiências     com      diferentes     linguagens (sensorial, visual, sonora e corporal);
    • Favorecer a curiosidade, a exploração e o protagonismo infantil;
    • Somar    às    práticas    pedagógicas    já    desenvolvidas    nas unidades;
    • Possibilitar o contato com espaços culturais da cidade, como parques e biblioteca;
    • Oferecer    experiências    significativas   também    aos    bebês, respeitando suas especificidades.

    Público alvo

    • Bebês (Berçário I e II)
    • Crianças bem pequenas (Maternal I e II)
    • Crianças pequenas (Jardim e Pré)

    Metodologia

    O projeto será desenvolvido por meio de oficinas itinerantes, realizadas nas unidades escolares.

    As propostas serão organizadas considerando as diferentes faixas etárias, com foco em experiências práticas, sensórias e culturais, como:

    • Exploração de elementos naturais;
    • Vivências sonoras;
    • Experiências com materiais não estruturados;
    • Contação de histórias e narrativas;
    • Propostas com artes visuais e corporais.

    Para os bebês, as vivências priorizarão experiências sensoriais, a exploração do corpo e do ambiente, respeitando seus tempos e formas de interação.

    Para as crianças maiores, as propostas favorecerão a expressão, a imaginação e a construção, ampliando suas formas de comunicação e relação com o mundo.

    No segundo semestre, o projeto será ampliado com a realização das saídas pedagógicas para os parques e biblioteca, possibilitando às crianças o contato com diferentes espaços culturais da cidade.

    Fundamentação teórica

    O projeto fundamenta-se na compreensão da criança como sujeito ativo, que aprende por meio das interações, das experiências e do contato com o meio.

    De acordo com a Base Nacional Comum Curricular, a Educação Infantil deve garantir os direitos de aprendizagem, assegurando experiências significativas e diversificadas.

    As contribuições de Lev Vygotsky destacam a importância das interações sociais no desenvolvimento infantil. Para Jean Piaget, a criança constrói conhecimento por meio da ação e da exploração do meio.

    A abordagem de Maria Montessori valoriza a autonomia, o ambiente preparado e o respeito ao tempo da criança.

    A perspectiva de Loris Malaguzzi, ao reconhecer as múltiplas linguagens da criança, sustenta a necessidade de oferecer diferentes formas de expressão.

    No campo das práticas pedagógicas, Tizuko Morchida Kshimoto destaca o brincar como linguagem fundamental da infância.

    Os estudos de Luciana Brites reforçam a importância das experiências e estímulos no desenvolvimento infantil, especialmente na primeira infância.

    Os estudos de Luciana Brites reforçam a importância das experiências e estímulos no desenvolvimento infantil, especialmente na primeira infância.

    O projeto também dialoga com as formações do LEEI – Leitura e Escrita na Educação Infantil, que enfatizam a escuta, a linguagem e a ampliação dos repertórios culturais das crianças.

    Cronograma

    • 1º semestre: realização das oficinas itinerantes nas 39 unidades escolares de Educação Infantil. Entre elas as conveniadas.
    • 2º semestre: continuidade das oficinas e realização de saídas pedagógicas (parques, biblioteca, anfiteatro, entre outros espaços públicos).

    Organização pedagógica

    As ações do projeto serão desenvolvidas por meio de oficinas organizadas em estações de exploração, entendidas como ambientes intencionalmente planejados que favorecem a investigação, a experimentação e o protagonismo infantil.

    Nessas estações, as crianças interagem com diferentes materiais e possibilidades, explorando, manipulando criando e atribuindo significado às suas experiências.

    O espaço é compreendido como um território educativo, que convida à curiosidade, à descoberta e à produção cultural.

    Oficina: Mãos que investigam – experiências com elementos naturais integra o projeto propondo a ampliação das vivências das crianças por meio da exploração sensorial, investigativa e criativa com elementos da natureza.

    As experiências são organizadas de acordo com as especificidades de cada faixa etária:

      Bebês

    Vivências de exploração sensorial com elementos naturais como folhas, galhos, pedras e tecidos, organizados em caixas e cestos, favorecendo a manipulação livre.

    Em um segundo momento, são propostas experiências com tintas naturais, possibilitando a exploração de cores, texturas e marcas por meio do corpo e mãos.

    Essas experiências favorecem percepções táteis, visuais e corporais, ampliando o repertório sensorial dos bebês.

      Crianças bem pequenas

    Experiências de exploração e expressão por meio de carimbos com elementos naturais, especialmente folhas.

    As crianças são convidadas a observar formas, texturas e marcas, utilizando tintas naturais para registrar suas descobertas. A proposta amplia as possibilidades de expressão artística e favorece a relação entre ação e transformação dos materiais.

      Crianças pequenas

    Proposta de criação e construção de móbiles com elementos naturais, como folhas, conchas e galhos.

    As crianças organizam, combinam e constroem suas produções, explorando relações espaciais, equilíbrio, estética e criatividade. A vivência favorece a imaginação, a autonomia e a criatividade.

    CRONOGRAMA DAS OFICINAS – Mãos que investigam – Experiências com os elementos naturais – Abril à Junho

    -CMEIS, EMEIAS e EM

    CMEI IZAURA VITAL DOS SANTOS13/04/2026
    CMEI AVELINA DALILA LEOPOLDINA14/04/2026
    CMEI MARIA BENEDITA GARCIA DA SILVA15/04/2026
    CMEI DONA PEDRA Mª DO ROSÁRIO16/04/2026
    CMEI SEIJI SHUGUEMASTSU17/04/2026
    CMEI MARIA RAIMUNDA DOS SANTOS22/04/2026
    CEMEI Prof.ª EUNICE DE MORAES CAJUEIRO24/04/2026
    CMEI MARCIA POLI27/04/2026
    CMEI Prof.ª MARIA JOSÉ LOPES ESMERALDO29/04/2026
    CECI DINIZ30/04/2026

    CRONOGRAMA DAS OFICINAS – MAIO

      
    EMEIA PROFª. ROSANA SANCHES08/05/2026
    EMEIA CIBELE MOTTA11/05/2026
    EMEIA CELSO BARROSO13/05/2026
    EMEIA AMANDA MIRANDA BARROS14/05/2026
    CEMEI Prof.ª ELIZÂNGELA FERNADES ONYEBUCHI15/05/2026
    CMEI PROFESSORA NOELI18/05/2026
    EM ABÍLIO PINHEIRO ANDRÉ19/05/2026
    EM DONA MARIA DE LOURDES FERREIRA20/05/2026
    EM DONA MARIA APARECIDA RESTIVO PEREZ22/05/2026
    EM DONA ROSALINA DE ALMEIDA MENDES25/05/2026
    EM ISABELA PAVANI CASTILHO27/05/2026
    EM MARISA PENDEZA28/05/2026
    EM MILTON BARBOSA29/05/2026

    CRONOGRAMA DAS OFICINAS – JUNHO

    EM PADRE GERALDO MONTIBELLER01/06/2026
    EM PENHINA02/06/2026
    EM RECANTO PRIMAVERA08/06/2026
    EM SIDÔNIA NASSER DO PRADO12/06/2026
    EM BAIRRO RETIRO15/06/2026
    EMEIA VEREADORA JUPIRA MARIA FIGUEREDO16/06/2026
    FATEC17/06/2026
    EMEIA VEREADORA JUPIRA MARIA FIGUEREDO18/06/2026
    CRECHE ACALANTO19/06/2026
    CEIC MIRANTE22/06/2026
    CEIC JARDIM EMÍLIA23/06/2026
    CRECHE MARIA DA GLÓRIA24/06/2026
    CEIC CENTER VILLE25/06/2026
    CEIC BARRETO26/06/2026
    CEIC CENTRO29/06/2026

    O projeto reafirma a importância de práticas pedagógicas que valorizem a infância, o brincar, e a experimentação como eixos estruturantes do trabalho na Educação Infantil.

    Ao reconhecer o espaço escolar como território de experiências, amplia-se o olhar sobre as possibilidades educativas, promovendo vivências significativas que respeitem os tempos, interesses e modo de ser das crianças.

    No primeiro semestre, o projeto Territórios das Infâncias: Experiências, Linguagens e Narrativas na Educação Infantil desenvolveu a oficina Mãos que investigam – Experiências com elementos naturais, transformando diferentes espaços das unidades escolares em ambientes de

    exploração e descoberta. Bebês, Crianças bem pequenas e Crianças pequenas foram convidadas a investigar folhas, flores, sementes, cabaças, buchas vegetais, fibras naturais, areia, terra, conchas e outros elementos, utilizando as mãos, os sentidos e a curiosidade como caminhos para conhecer, criar e se expressar. As experiências resultaram em pinturas, carimbos com folhas, marcas e composições que revelaram as diferentes formas das crianças se relacionarem com a natureza.

    Dando continuidade às experiências propostas pelo projeto, no segundo semestre será realizada a oficina Conto e Reconto: Cada Criança é um Conto, ampliando os territórios de investigação para o universo das narrativas infantis. A proposta será organizada como um percurso literário, no qual os espaços serão cuidadosamente preparados para acolher histórias, imaginação, brincadeiras simbólicas e as diferentes formas de narrar das crianças.

    Partindo da premissa de que a literatura na infância se vive com o corpo inteiro, a oficina Conto e Reconto – Cada Criança é um Conto fundamenta-se na concepção de Loris Malaguzzi sobre as Cem Linguagens da Criança.

    Entendemos que a escrita e a narrativa não se restringem à palavra falada ou codificada: a criança narra a si e ao mundo através do olhar, do toque, do grafismo, e do jogo simbólico. Cada criança carrega em si uma história única e manifesta sua autoria de formas singulares em cada etapa do seu desenvolvimento.

    Nessa perspectiva, o espaço pedagógico assume o papel de terceiro educador. Organizado como um percurso literário integrado, o ambiente convida à investigação e à imaginação. Em vez de momentos isolados, às crianças vivenciam um circuito fluído com as estações: a cadeira das narrativas, o dado literário, tapete sensorial, a cabana com almofada e cesto com livros, a arara de adereços e o varal dos gêneros textuais.

    “A criança é feita de cem. A criança tem cem linguagens, cem mãos, cem pensamentos, cem modos de pensar, de jogar e de falar. Cem, sempre cem modos de escutar, de maravilhar-se e de amar, Cem alegrias para cantar e compreender.”( MALAGUZZI, L. In: EDWARDS, C.; GANDINI, L.; FORMAN,

    GEORGE.As cem linguagens da criança. Porto Alegre: Penso, 2016).

    A oficina terá início em Agosto À Setembro, nas unidades escolares de Educação Infantil, com atendimento às creches, e seguirá no mês de Outubro e novembro no Parque Cidade Natureza, ampliando os territórios onde as crianças poderão vivenciar experiências de literatura, criação e interação.

      Bebês

    No percurso literário, os bebês participam de uma contação de histórias, percorrem as estações integradas: exploram o tapete sensorial, interagem com o dado dos personagens e com os livros nos cestos, escutam histórias curtas no aconchego da cabana com almofadas e ao passarem pelo cantinho artístico, deixam suas marcas no papel kraft. Essas marcas constituem suas próprias narrativas e sua forma singular de contar histórias. Ao final, esse papel é enrolado como um pergaminho e entregue à professora da turma para representar a narrativa da turma.

      Crianças bem pequenas

    Vivência voltadas para a exploração, para o jogo simbólico e o reconto. No percurso literário, as crianças participam de uma contação de histórias, vivenciam o circuito de forma integrada: utilizam os adereços da arara (como óculos, lenço, tecidos, tiaras, bonés e chapéus) para se caracterizarem nas brincadeiras de faz de conta, jogam do dado dos personagens, experimentam recontar histórias na cadeira das narrativas e, no cantinho artístico, registram suas experiências por meio dos desenhos e outros registros com diversos riscadores no papel kraft. Esse papel também é enrolado como um pergaminho para representar as narrativas da turma.

      Crianças pequenas

    Vivência focada na criação, imaginação e autoria. No percurso literário, as crianças participam de uma contação de história, transitam pelas estações utilizando os elementos do espaço utilizam os adereços da arara (como óculos, lenço, tecidos, tiaras, bonés e chapéus) para se caracterizarem nas brincadeiras de faz de conta, jogam o dado dos personagens, interagem

    com o varal dos gêneros textuais e portadores diversos,         experimentam contar e recontar histórias na cadeira das narrativas.

    CRONOGRAMA DAS OFICINAS LITERÁRIAS – CONTO E RECONTO: Cada

    Criança é um Conto.

    -CMEIS e EMEIAS –Agosto à Setembro

    CMEI AVELINA DALILA LEOPOLDINA DE ALMEIDA20/08/2026
    CMEI DONA IZAURA26/08/2026
    CMEI DONA PEDRA Mª DO ROSÁRIO28/08/2026
    CMEI MARIA RAIMUNDA DOS SANTOS31/08/2026
    CMEI MARIA BENEDITA GARCIA DA SILVA02/09/2026
    CMEI MARIA BENEDITA GARCIA DA SILVA04/09/2026
    CMEI MARCIA POLI09/09/2026
    CMEI MARIA HERBENE14/09/2026
    CMEI PROFESSORA EUNICE DE MORAES CAJUEIRO16/09/2026
    CMEI MARIA JOSÉ LOPES ESMERALDO18/09/2026
    CMEI SEIJI SHIGUEMATSU21/09/2026
    CMEI FATEC (manhã)23/09/2026
    CMEI CECI DINIZ (tarde)23/09/2026

    Referências

    BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2017.

    VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

    PIAGET, J. A formação do símbolo na criança. Rio de Janeiro: LTC, 1975. MONTESSORI, M. A descoberta da criança. São Paulo: Kírion, 2019.

    FREINET, C. Pedagogia do bom senso. São Paulo: Martins Fontes, 2004. MALAGUZZI, L. In: EDWARDS, C.; GANDINI, L.; FORMAN, G. As cem

    linguagens da criança. Porto Alegre: Penso, 2016.

    FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996. KISHIMOTO, T. M. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez, 2011.

    BRITES, L. Como estimular o cérebro do seu filho. São Paulo: Gente, 2019. BRASIL. Ministério da Educação. Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI). Brasília: MEC, 2020.

  • Projeto Inclusão -1 ano A

    Projeto Inclusão -1 ano A

    A alfabetização inclusiva, centrada nas potencialidades, reconhece e valoriza as diferenças individuais, garantindo que todos os alunos, independentemente de suas habilidades, tenham acesso equitativo ao aprendizado. Ao adaptar métodos e recursos, promove-se um ambiente onde cada criança pode desenvolver suas capacidades, fortalecendo a confiança e o prazer pela leitura e escrita!

    https://youtu.be/bKwzBRYOuXI
  • Projeto Leitura com fantoches 3ºano

    Projeto Leitura com fantoches 3ºano

    O Professor Gabriel do 3ºano B realizou o projeto “LEITURA COM FANTOCHES”, promovendo o interesse pela leitura e pela expressão.

    Tempo estimado:

    03 aulas

    Objetivos Gerais:

    1. Promover o interesse pela leitura e pela expressão oral entre os alunos.

    2. Estimular a criatividade e a imaginação por meio da interpretação teatral com fantoches.

    3. Reforçar a importância do trabalho em grupo e da colaboração para alcançar objetivos comuns.

    4. Integrar diferentes habilidades linguísticas, como leitura, escrita, fala e escuta, em uma atividade lúdica.

    5. Proporcionar uma experiência significativa de apresentação teatral para os alunos do 1º ano, como forma de compartilhar conhecimentos e promover a interação entre os estudantes de diferentes séries.

    Objetivos Específicos: 

    1. Incentivar os alunos a lerem textos narrativos em grupo, selecionando quatro textos diferentes para ampliar a diversidade de histórias e personagens.

    2. Proporcionar a oportunidade para que todos os alunos participem ativamente da atividade, seja como atores, narradores ou ajudantes nos bastidores.

    3. Capacitar os alunos a compreenderem e desempenharem papéis específicos no teatro de fantoches, compreendendo a importância de cada função para o sucesso da apresentação.

    4. Promover a prática de ensaio e a reflexão sobre a performance teatral, permitindo que os alunos façam ajustes e melhorias antes da apresentação final.

    5. Desenvolver habilidades de comunicação e expressão oral, incentivando os alunos a articularem suas falas de forma clara e convincente durante a apresentação.

    6. Realizar uma avaliação formativa durante todo o processo, oferecendo feedbacks construtivos aos alunos para auxiliá-los em seu desenvolvimento.

    7. Avaliar a recepção e o impacto da apresentação pelos colegas de sala e pelos alunos do 1º ano, observando sua participação, envolvimento e compreensão da história apresentada.

    Desenvolvimento:

    Na aula de hoje, direi que faremos uma apresentação com fantoches para os alunos do 1º ano. Deixando claro que essa ação faz parte do Projeto leitura que trabalhamos durante esse mês. Para tanto, em grupos, os alunos realizarão inicialmente a leitura de textos narrativos. Cada grupo realizará uma leitura, sendo 4 textos diferentes. Alguns apenas atuarão, outros serão narradores e outros ainda terão falas. Dessa forma, todos participarão. Após a leitura dos textos, pedirei que os alunos escolham um personagem ou narrador para interpretar no teatro de fantoches. Feita a escolha, explicarei a função de cada um no teatro, especificando que os bastidores também são importantes para o teatro acontecer, pois é necessário o trabalho de todos para que o público entenda a história. Depois deste momento de explicação, os alunos farão um ensaio do teatro em seus grupos, apresentando primeiramente na sala para os outros grupos. Após a apresentação ser feita para os colegas de sala e com as devidas correções do professor, os alunos irão até a sala do 1º ano para se apresentarem para eles, como forma de trabalho com texto narrativo dentro do Projeto Leitura. Para a apresentação serão utilizados os fantoches do programa leiturinha.

    Avaliação (Contínua):

    1. Observar o engajamento e a colaboração dos alunos durante a leitura dos textos narrativos em grupo.

    2. Avaliar a capacidade dos alunos em desempenhar seus papéis no teatro de fantoches, considerando sua expressão oral, gestual e interação com os colegas.

    3. Coletar feedbacks dos alunos durante os ensaios e após as apresentações, identificando pontos fortes e áreas de melhoria em suas performances.

    4. Analisar a compreensão dos alunos sobre a história apresentada, observando sua capacidade de narrar e interpretar os acontecimentos.5. Avaliar a receptividade da apresentação pelos colegas de sala e pelos alunos do 1º ano, considerando sua participação, atenção e envolvimento durante a atividade.

    https://youtu.be/Wx-LRB-OXqU
  • Práticas de Leitura – 3ºano

    Práticas de Leitura – 3ºano

    A professora Andréa, do 3ºano A da EMEF Ernesto Ardachnikoff, proporcionou momentos preciosos de aprendizagem com as Histórias em Quadrinhos. A utilização dos Quadrinhos em sala de aula ampliou o repertório cultural dos alunos, integrando a diversão a prática pedagógica.

    https://youtu.be/rfBB94g7n60
  • Criando Possibilidades – AEE

    Criando Possibilidades – AEE

    A Professora Viviane do Atendimento Educacional Especializado, por meio do projeto “Criando possibilidades”, através das experiências dos alunos das salas de Atendimento Educacional Especializado, desenvolveu habilidades básicas necessárias para seu desenvolvimento integral.

    https://youtu.be/zO8V3fxy-oQ
  • Construindo um Podcast 5ºano

    Construindo um Podcast 5ºano

    A professora Rafaelly do 5ºano C da EMEF Ernesto Ardachnikoff, desenvolveu a linguagem oral e aplicou conhecimentos de forma divertida, por meio do projeto “Construindo um Podcast”!

    https://youtu.be/fOLgiMlFgME
  • Instrumentistas da Gru Sinfônica elaboram atividades musicais para o Programa Saberes em Casa

    Instrumentistas da Gru Sinfônica elaboram atividades musicais para o Programa Saberes em Casa

    A pandemia do novo Coronavírus frustrou expectativas e mudou os planos de muita gente. Mas o que realmente tem chamado a atenção aqui e ali é o modo como pessoas e instituições estão se reinventando para fazer a diferença e se adaptar ao “novo normal”. E foi a partir dessa necessidade de adaptação que os novos instrumentistas da Orquestra Gru Sinfônica, envolvidos com o Projeto Música nas Escolas, passaram a elaborar atividades musicais para o Programa Saberes em Casa, modo como a Secretaria de Educação garante acesso a todos os alunos da rede municipal às atividades educativas neste período de distanciamento social. 

    A Gru Sinfônica integra o Projeto Música nas Escolas, uma iniciativa da Secretaria de Educação que oferece aulas de iniciação musical aos alunos nas unidades escolares, promovendo sua integração e convívio com o universo da música. Nesse período em que as aulas estão suspensas, a criação de atividades musicais para o quadro Falando de Música, do Programa Saberes em Casa, foi a alternativa encontrada para dar continuidade ao Projeto Música nas Escolas.

    Um trabalho feito por mãos habilidosas

    O maestro Emiliano Patarra, diretor do Conservatório de Guarulhos e regente da Gru Sinfônica, explica que, além dos instrumentistas da Gru Sinfônica, o Falando de Música conta com valiosa rede de ajuda do Departamento de Orientações Educacionais e Pedagógicas (DOEP), de professores de música da Rede Municipal e do Conservatório para garantir atividades focadas em diferentes saberes como, por exemplo, o acesso aos elementos constitutivos da música (altura, intensidade, timbre, melodia, ritmo, entre outros).

    O ponto central da atividade é que a vivência musical faça parte do cotidiano das crianças e de suas famílias. Para isso, há um esforço muito grande para que todo o conteúdo abordado esteja conectado com o dia a dia dessa criança, que ela perceba mais música e mais som no cotidiano no qual está inserida”, observa Patarra.

    O maestro explica ainda que, em um primeiro momento, essa equipe formada por pedagogos, professores de música e instrumentistas da orquestra idealizaram conteúdos, conceitos e tipos de vivências que seriam oferecidos para as crianças.

    Assim, ficou decidido que os quadros dos primeiros programas deveriam inserir as crianças em um percurso sonoro e mostrar, entre tantas possibilidades, quais eram os instrumentos de uma banda musical e de uma orquestra, o modo de funcionamento da voz ao cantar, além de conceitos abstratos do mundo artístico, vinculados aos conhecimentos prévios que as crianças já possuem. 

    “Foi daí que surgiu um episódio que associou as diferentes seções de uma música (introdução, clímax, desfecho), com as partes do corpo. Outra série do programa focou o entendimento rítmico a partir das batidas do coração. Para falar do timbre, em um episódio divertido chamado “A cara do som”, as crianças em casa puderam perceber que, mesmo sem olhar, elas sabem identificar quem está falando pelo timbre, se é o pai, o tio, o irmão ou a mãe”, exemplifica.

    De acordo com Patarra, toda essa construção sempre está permeada de atividades lúdicas, com jogos e brincadeiras, canções e práticas diversas de composição/criação, execução e apreciação musical que facilitam o entendimento.

    Compartilhando aprendizagens e saberes 

    Fabíola Moreira da Costa, pedagoga e chefe de Divisão Técnica de Formação do DOEP, enfatiza que o grande objetivo do Falando de Música é permitir que as crianças possam se apaixonar pelo desconhecido, o inusitado.

    “Nosso papel como departamento pedagógico é justamente auxiliar os professores nas questões voltadas ao Quadro de Saberes Necessários e como colocar as aprendizagens no programa. Os professores e músicos gravam os vídeos, sob a supervisão e coordenação do Maestro Emiliano, que depois nos passa para que possamos ver se está de acordo com a linguagem das crianças e outros aspectos relacionados à proposta. Uma grande parceria e muita troca de conhecimentos. É muito interessante ver como os músicos da Orquestra Gru Sinfônica se alinharam ao trabalho dos professores especialistas de música da rede, entendendo o público com o qual estão trabalhando, a cada vídeo uma surpresa e novos conhecimentos”, explica Fabíola.

    A pedagoga se anima ao falar do retorno positivo desse trabalho, a carinhosa devolutiva das crianças e de suas famílias, que mandam para as escolas registros do que assistiram, através de desenhos, vídeos e publicações compartilhadas nas redes sociais e com os professores das escolas, e principalmente, dos desafios diários que transformaram a rotina dos alunos da Rede Municipal.

    Esse é o caso de Lilian Moura, mãe da aluna Laura Viana Peres da Silva, de 8 anos, estudante da EPG Dorcelina de Oliveira Folador, na região dos Pimentas. Entusiasta do Programa Saberes em Casa, Lilian é assídua colaboradora das redes sociais da Secretaria de Educação, sobretudo do Instagram do Portal SE Informe, com conteúdos das atividades que a filha realiza.

    “O Programa Saberes em Casa é muito completo e tem conteúdos e desenhos que aguçam a criatividade e curiosidade das crianças. Os temas são muito interessantes e têm continuidade de um episódio para outro da semana. Com ênfase no quadro Falando de Música, a proposta despertou bastante o interesse da Laura, pois ensina às crianças sobre as notas musicais, apresentam vários tipos de instrumentos e ritmos, e mostra como elas podem construir instrumentos musicais em casa com o uso de materiais reutilizáveis”, conta a mãe.

    Lilian explica que a relação de Laura com a música vem de cedo. Desde pequena, ela faz aulas de dança e capoeira, aprendeu a tocar instrumentos de percussão, tem noções de ritmo e audição bastante aguçada. 

    A conversa com Laura é rápida, mas bastante divertida. Como sua mãe havia dito, ela também conta que está achando o Falando de Música bem legal, principalmente as musiquinhas: “Eu aprendi as notas musicais, que eu sabia mais ou menos, também aprendi o nome dos instrumentos, a flauta, o tambor. Eu comecei a gostar de música com mais ou menos um aninho. Desde que eu nasci, já fazia capoeira e também danço ballet. Os instrumentos que eu sei tocar são atabaque, berimbau, pandeiro e reco reco”

    Multiplicado as formas de nos comunicar

    Depoimentos como o de Lilian e Laura deixam o violinista Allan Sanches bastante entusiasmado. O jovem instrumentista da Gru Sinfônica é um dos músicos engajados com a rotina de elaboração das atividades do Falando de Música, e tem se mostrado muito satisfeito com a nova experiência. Contudo, ele confessa que, entre o presencial e o virtual, ainda prefere o calor das aulas presenciais:

    “A equipe está dividida entre pessoas que vão elaborar roteiros, captação de imagens, fotos, criação de ilustrações e edição. Em um dos projetos, participei da elaboração do conteúdo e edição, uma experiência muito bacana, com a qual todos os músicos da orquestra estão verdadeiramente envolvidos”, explica o músico, todo sorridente.

    O professor de música da rede municipal, Charles Pinheiro, conta que a experiência de elaboração das atividades musicais para o Falando de Música tem sido muito enriquecedora para todos os professores. Charles também destaca as práticas pedagógicas dos professores da rede, que têm se empenhado na elaboração de atividades a partir das orientações do Programa Saberes em Casa, criando vídeos e canais para disponibilizar conteúdos online, aprendendo a filmar, editar e a pensar pedagogicamente para um tipo de mediação digital.

    “Eu penso que, quando tudo isso terminar e nós estivermos frente a frente com nossos alunos, presencialmente, nós teremos um recurso a mais, teremos multiplicado a forma de nos comunicar com eles. Acredito que a rede municipal vai ganhar bastante com essa experiência e torcemos para que possamos experimentar isso logo. Nada substitui o contato presencial, acredito que a rede agiu rápido no sentido de dispor e se preocupar com as ações que deveria tomar, a pandemia nos uniu bastante, nos provocou a reflexão e a ação e entendemos que não podíamos enfrentar esse momento separados, precisávamos fazer isso juntos, e isso tem sido muito bom”

    Quem conhece bem o maestro Emiliano Patarra, sabe que não há exagero algum em dizer que ele anda sempre com um olho no gato e outro no peixe.  

    “Essa é uma atividade que vem se mostrando como uma possível proposta de oferta de conteúdo, de vida musical para quem eventualmente não tem condições de contato presencial com a música. É importante dizer que, do ponto de vista da Gru Sinfônica, há um estudo para que o Falando de Música se torne um programa permanente, mesmo quando a atividade pedagógica regular voltar ao normal. Dessa forma, o Programa Música nas Escolas tem a possibilidade de chegar em muito mais gente”, vislumbra o maestro.

    Nesse período de pandemia, viver com intensidade um dia após o outro tem sido um dos grandes aprendizados. Sem dúvida, se depender da graça, alegria, envolvimento, habilidade e sentimento de pertencimento que o Programa Saberes em Rede tem despertado em todos, o novo normal será ainda mais emocionante como jamais antes foi.

    Portal SE Informe

    No podcast SE Informe desta semana, disponível nos aplicativos Spotify, Google Podcasts, Anchor, Breaker, Overcast, Pocket Casts e RadioPublic, vamos falar das atividades musicais elaboradas pelos instrumentistas da Orquestra Gru Sinfônica, envolvidos com o Projeto Música nas Escolas para o Programa Saberes em Casa. 

    Nesse período em que as aulas estão suspensas, a criação de atividades musicais para o quadro Falando de Música, do Programa Saberes em Casa, foi a alternativa encontrada para dar continuidade ao Projeto Música nas Escolas.

    Neste episódio, o maestro Emiliano Patarra, diretor do Conservatório de Guarulhos e regente da Gru Sinfônica, conta como o quadro Falando de Música vem sendo construído com valiosa rede de ajuda do Departamento de Orientações Educacionais e Pedagógicas (DOEP), de professores de música da Rede Municipal e do Conservatório para garantir atividades focadas em diferentes saberes como, por exemplo, o acesso aos elementos constitutivos da música (altura, intensidade, timbre, melodia, ritmo, entre outros).

    Ouça aqui o Podcast SE Informe:

    https://anchor.fm/portalseinforme/episodes/005—Instrumentistas-da-Gru-Sinfnica-elaboram-atividades-musicais-para-o-Programa-Saberes-em-Casa-eha3po/a-
    a2q3cu7

  • [PODCAST ] Programa Saberes em Casa mantém ritmo de aprendizagem dos alunos

    [PODCAST ] Programa Saberes em Casa mantém ritmo de aprendizagem dos alunos

    No podcast SE Informe desta semana, disponível nos aplicativos Spotify, Google Podcasts, Anchor, Breaker, Overcast, Pocket Casts e RadioPublic, a diretora do Departamento de Orientações Educacionais e Pedagógicas (DOEP), Solange Turgante, explica os conteúdos educativos do Programa Saberes em Casa, oferecido a todos os alunos da Prefeitura de Guarulhos neste período de isolamento social. 

    Solange destaca desde os desafios da criação do programa até os  profissionais envolvidos nessa nova ferramenta de aprendizagem, onde a educação precisou ganhar novos formatos. Vale a pena conferir. 

    Ouça aqui o Podcast SE Informe:

    https://anchor.fm/portalseinforme/episodes/003—Programa-Saberes-em-Casa-mantm-ritmo-de-aprendizagem-dos-alunos-eg1t4o/a-a2ivts4

    #003 – Programa Saberes em Casa mantém ritmo de aprendizagem dos alunos
    Portal SE Informe • Jun 28

    Desde a suspensão das aulas presenciais nas escolas da Prefeitura de Guarulhos por conta da pandemia do novo coronavírus, a Secretaria de Educação busca atender às necessidades deste período atípico sem perder de vista a trajetória, o compromisso e a valorização da história guarulhense no que se refere à educação na rede municipal de ensino.

    Com base na proposta curricular Quadro de Saberes Necessários (QSN), documento fundamentado na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para uma educação humanizadora, emancipatória e de qualidade, a Secretaria de Educação decidiu oferecer atividades pedagógicas, disponibilizadas por meios de comunicação e de acesso remoto variados. A iniciativa tem como objetivo favorecer o processo educativo dos alunos da rede municipal e contribuir para sua aprendizagem e desenvolvimento até que o retorno presencial às escolas seja possível.

    Saberes em Casa

    O programa Saberes em Casa surgiu da necessidade da Secretaria de Educação de levar conteúdos educativos por um meio que pudesse garantir o  acesso a todos os alunos da rede municipal neste período de isolamento social. A forma mais democrática de acesso encontrada foi um programa que pudesse ser veiculado pela televisão. De forma gratuita, ele é transmitido diariamente, de segunda a sexta-feira, das 9h às 10h30, pela TV RS 21, canal 58.1 da TV aberta, na TV Câmara, canal 7 (Net/Claro), e pelo canal da Secretaria de Educação no YouTube.

    Junto com a veiculação na TV, o programa Saberes em Casa lançou outros conteúdos no Portal SE Informe que complementam a programação. Atualmente, além desses dois canais de acesso, foram lançados os roteiros de aprendizagem para os alunos do 1º ao 5º ano e as Orientações de Propostas de Atividades para a Educação Infantil – Creche e Estágios.

    Com 34 programas exibidos e mais de 50 horas de conteúdo até o momento, o Saberes em Casa está organizado em contações de histórias, brincadeiras com jogos de palavras: parlendas, adivinhas, trava-línguas, desenhos animados, dica do professor, desafio do dia e atividades diversificadas de segunda a sexta-feira. Segundo Solange Turgante Adamoli, diretora Orientações Educacionais e Pedagógicas (Doep) de Guarulhos, os programas possuem um formato que se aproxima da rotina escolar.

    O programa começa com uma contação de histórias que tem como objetivo a ampliação do repertório cultural e de vocabulário e o despertar do gosto por ouvir histórias. Já na parte dos jogos de palavras, além do contexto cultural, as brincadeiras favorecem o desenvolvimento da consciência fonológica, aspecto importante para o processo de alfabetização. Os desenhos animados são selecionados a partir dos temas que debatem, pois favorecem a aquisição de novos conceitos e conhecimentos por um viés lúdico e em outra linguagem. No espaço destinado à dica do professor são veiculados os vídeos gravados pelos educadores da rede municipal, das escolas próprias e instituições parceiras.

    “O espaço destinado ao desafio do dia está dividido em duas partes: na primeira, a professora apresenta um tema quinzenal e vai aprofundando as discussões sobre ele. Ela também propõe atividades em que as crianças possam fazer seus registros de acordo com os conhecimentos que já possuem, ou seja, podem realizar registros escritos ou gráficos. Na segunda parte, veiculamos conteúdos para os educandos da EJA (Educação de Jovens e Adultos), mas nada impede que os demais alunos assistam e aproveitem para aprender”, explica Solange.

    Além disso, o programa também oferece conteúdos de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para os alunos surdos, atividades de vida diária para as famílias realizarem junto aos alunos com deficiência, aulas de conceitos musicais, artes visuais, jogos teatrais e língua inglesa.

    As atividades agora estão em casa

    Os alunos da rede municipal precisaram se adaptar a uma nova realidade na rotina de estudos. O celular, o computador e agora a televisão viraram as principais ferramentas de aprendizagem em tempos de isolamento social, em que a educação precisou ganhar novos formatos.

    O programa Saberes em Casa foi criado com a proposta de as crianças participarem das atividades com autonomia, por levar em consideração que não são todas as famílias que possuem tempo e disposição para auxiliar em tarefas escolares. Sendo assim, as famílias podem ajudar com duas ações básicas e importantes: a primeira é deixar o canal da TV sintonizado, ou o canal do YouTube acessado; e a segunda é dispor os materiais que eles possam vir a precisar.

    Para Milena Freitas, mãe da aluna Laura, do Berçário II, que acompanha o Saberes em Casa pelo YouTube, o programa ajuda aprender de uma forma descontraída. “A Laura adora o programa, principalmente as histórias e as músicas. Hoje ela já sabe as cores, os números e me faz muitas perguntas. Estou adorando acompanhar o programa também para ensinar minha filha de uma forma mais leve, porque a gente acaba brincando e ela aprendendo muito. É muito legal a forma que ela vem acompanhando e descobrindo tantas coisas. Achei a iniciativa muito interessante, não perdemos de jeito nenhum”, conta.

    Deise Anne Lopes Silva, mãe de quatro alunas que estudam nas escolas da Prefeitura de Guarulhos, a Maria Luiza do 4º ano, a Laura Victoria do 3º ano, a Myllene do 1º ano e a Izadora do Estágio II, conta que as filhas acompanham o programa Saberes em Casa diariamente pela televisão e que, se perdem alguma coisa, assistem depois no celular. “Aqui em casa nós fazemos o acompanhamento pela TV e pelo YouTube. Minhas filhas adoram o programa e é muito importante elas terem esse tipo de atividade diante deste momento que estamos vivendo. Informação e aprendizado são sempre bem-vindos”.

    A diretora Solange explica ainda que os conteúdos do programa não substituem a interação que o convívio escolar promove, mas as escolas estão se articulando para minimizar a distância entre as crianças e motivando-as para a realização das atividades. “A Secretaria de Educação propôs que fossem construídos canais de comunicação que favorecessem a manutenção dos vínculos existentes entre escola e comunidade. Também foi garantida autonomia pedagógica, que já é estabelecida em lei, a fim de que cada equipe escolar possa reconhecer as necessidades e as possibilidades de acesso da comunidade na qual está inserida. Ou seja, primeiro verificar por quais meios a comunidade tem acesso ao programa e complementar com os apoios necessários. O objetivo é manter o vínculo com o maior número possível de alunos da rede”, destaca.

  • PROJETO HORA DE CANTAR HISTÓRIA: Musicalização e Ludicidade para bebês e crianças bem pequenas.

    PROJETO HORA DE CANTAR HISTÓRIA: Musicalização e Ludicidade para bebês e crianças bem pequenas.

    A Linha do Tempo das creches quase sempre é uma loucura! Entre os momentos de brincadeira, sono, alimentação, higiene e experiências, pode ser difícil encontrar um tempo para ler um livro e nem sempre bebês e crianças bem pequenas estão dispostas a ouvir como gostaríamos.

    Mas para a equipe do “Hora de Cantar História”, projeto idealizado pelos formadores da Secretaria de Educação de Itaquaquecetuba que realizou a visitação em um  ônibus, intitulado Biblioteca Itinerante, em creches municipais e subvencionadas do município, essa se tornou uma missão primordial.

    https://www.youtube.com/watch?v=SZPHIWmfUaI&feature=youtu.be

    O ônibus foi adaptado para receber os bebês que, mesmo engatinhando, possam alcançar os livros. A biblioteca itinerante possui um acervo de aproximadamente cem títulos e também brinquedos que dão suporte ao trabalho realizado.

    O nome do projeto surgiu da canção de autoria dos formadores, Michel Pinto da Costa e Roberto Santos, da equipe Parque Escola. Ao iniciar a contação de histórias sempre cantavam: “Chegou a hora de contar história” e entre uma diversão e outra os contos e as brincadeiras foram dando significados às histórias presentes nos livros infantis.

    Em um ambiente adaptado e pensado para alcançar os pequenos em suas particularidades e gostos, tendo a sensibilidade de avaliar o momento oportuno, de ampliar o repertório com clássicos da música brasileira e composições autorais relacionadas aos aspectos de interação humana, higiene, meio ambiente e educativos, os profissionais proporcionaram momentos de muito aprendizado e emoção nas escolas  durante o ano de 2019.

     Entre uma música e outra, os membros da equipe realizavam contação de histórias, usando materiais diversos, instrumentos e um figurino exclusivo para cada apresentação.

     Neste novo cenário de aulas não presenciais, o projeto foi reformulado e  a equipe estará produzindo conteúdos audiovisuais específicos para nossas crianças, mantendo a mesma essência do projeto no formato presencial com: músicas, danças, contação de história e uma linguagem que alcance a todos. Professores da rede serão convidados especiais, apresentando seus projetos e contribuições para fortalecer o vínculo com seus pequenos mesmo que virtualmente.

    Os vídeos estarão disponíveis em nosso canal no Youtube: Semecti Itaqua a partir de 12 de outubro (semana da criança) e serão divulgados nos grupos de comunicação das escolas com as famílias e página oficial do Facebook.

    O Secretário Fabiano Novais acredita que para a formação de bons leitores é fundamental que as crianças, a partir de sua concepção e posteriormente ao seu nascimento, apreciem e valorizem a escuta e a leitura de histórias. “O projeto enriqueceu o imaginário de nossas crianças levando-as ao mundo letrado com um vasto repertório cultural”. 

    Daniela David Delgado – Mestranda em Ciências da Educação / UniEvora – Portugal.

    Diretora do Nfapa  (Núcleo de Formação da Secretaria de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação de  Itaquaquecetuba).

    Michel Pinto da Costa – Palestrante, Arte Educador e idealizador do Projeto “Hora e Cantar História” na rede de ensino de Itaquaquecetuba.

  • Programa Saberes em Casa reforça a interação entre escola e família na aprendizagem

    Programa Saberes em Casa reforça a interação entre escola e família na aprendizagem

    Durante o período de quarentena causada pela pandemia do novo coronavírus, a Prefeitura de Guarulhos tem oferecido diversos conteúdos educativos para crianças, adolescentes, jovens e adultos através do programa Saberes em Casa. A programação, exibida diariamente na TV aberta e disponibilizada no Portal da Educação para alunos da rede municipal de ensino, conta com o apoio pedagógico aos pais, alunos e comunidade.

    Por meio da modalidade de trabalho remoto, gestores e professores das escolas da Prefeitura e instituições parceiras dão constantemente respaldo às famílias com as atividades realizadas pelos estudantes em casa.

    https://www.youtube.com/playlist?list=PL9Afd2a5oM1O5EpG226_TUbJ4b7gamh0O

    Planetas do Sistema Solar, reino animal, alimentação saudável e biodiversidade são alguns dos temas apresentados no programa pelos profissionais da área da educação. Além de despertar cada vez mais o interesse e a curiosidade para o aprendizado, o conteúdo garante atividades com o objetivo de amenizar os impactos do isolamento social para alunos e famílias. Atualmente já são cerca de 15 mil inscritos do canal do YouTube do Portal SE Informe, no qual todos os episódios do programa estão disponíveis.

    Apoio pedagógico

    A diretora Maria Estela Graça Mello, da EPG Álvaro Mesquita, relata que o contato com os pais pelo WhatsApp é contínuo e feito através de um número específico para atendimento. “A vice-diretora, as coordenadoras pedagógicas e os assistentes de gestão escolar dão todo o apoio neste momento. Foi feita uma lista de transmissão pelo Google e todos os dias são enviadas mensagens para os pais lembrando os canais através dos quais eles podem acessar o programa Saberes em Casa. No fim da tarde são enviadas as atividades que as professoras preparam para cada turma, além de realizarmos pesquisas para saber como as famílias estão acessando o programa”, explica a diretora. Atualmente a unidade escolar atende alunos de zero a quatro anos e atinge 208 famílias.

    Emanuella e Isabella – Alunas da Escola da Prefeitura de Guarulhos

    “Depois de acompanhar o programa nós procuramos fazer o máximo das atividades propostas pela escola com as crianças”, conta Janaina Fernandes Costa Oliveira, mãe da Emanuella Aires de Oliveira, de quatro anos, e Isabella Fernandes Aires de Oliveira, de nove.

    Diversas atividades interativas estão presentes na programação do Saberes em Casa, como contação de histórias, parlendas, cantigas, livros, vídeos e brincadeiras. O programa tem encantado crianças de todas as idades e motivado os professores a aprofundar e enriquecer os assuntos fazendo o uso das redes sociais. No grupo do Facebook da EPG José Maurício de Oliveira são 360 pessoas que acessam a página; já o grupo de pais do WhatsApp possui 120 participantes, que interagem diariamente com perguntas prontamente respondidas pela gestão.

    Diretora Carmem Soares de Souza – Escola da Prefeitura de Guarulhos José Maurício de Oliveira

    “A princípio a equipe ficou ansiosa, e acredito que de forma geral todos os professores ficaram apreensivos e em dúvida sobre como seria trabalhar a distância. Então montamos um grupo de professores e funcionários da escola chamado “José Maurício Unidos” e lá organizamos as ações pedagógicas alinhadas aos saberes e aprendizagens para atender as famílias”, destaca a diretora Carmem Soares de Souza.

    Acolhimento

    Instagram Portal SE Informe – #saberesemcasa

    Os professores da rede têm recebido inúmeras fotos dos alunos realizando as atividades diárias junto aos pais. Pela página do Instagram do Portal SE Informe as famílias compartilham fotos com os resultados do desafio do dia e vídeos das crianças acompanhado a programação na TV ou na internet.

    Aluno Giovanni e sua mãe Cecilia Zanotto – Escola da Prefeitura de Guarulhos Selma Colalillo Marques

    Cecilia Zanotto, mãe do aluno Giovanni, da EPG Selma Colalillo Marques, parabenizou a iniciativa da Secretaria de Educação, o comprometimento dos professores e a dedicação dos pais. “Estamos muito felizes e agradecidos pelo programa Saberes em Casa. O Giovanni tem caprichado nas lições que estamos fazendo juntos, ele está eufórico em aparecer na internet e até comentou que vai montar um blog para todos darem likes e compartilhar”, contou Cecilia.

    Equipe gestora da Escola da Prefeitura de Guarulhos Nadja Maria Seabra Santos

    Na EPG Nadja Maria Seabra Santos, a diretora Viviany Megale ressalta que o atual momento é uma oportunidade de aproximar os pais do dia a dia das crianças. “Quando as mães têm dificuldades elas entram em contato e sanam suas dúvidas. Temos percebido cada vez mais que é possível utilizar a tecnologia a nosso favor”.

    Quando o episódio do programa termina os professores colocam as sugestões de atividades no grupo e as coordenadoras pedagógicas escolhem quais delas serão compartilhadas no Facebook. Desta forma, as propostas complementares de atividades enviadas pelos professores para os educandos garantem a autonomia de cada escola no processo da aprendizagem. A unidade escolar também utiliza o grupo de WhatsApp para avisos sobre o cronograma de entrega do leite e de cestas básicas, que são oferecidos para os alunos matriculados na rede.

    Professora Gisele Bertoni – Escola da Prefeitura de Guarulhos Nadja Maria Seabra Santos

    Para professora Gisele Bertoni, o objetivo é que as famílias sejam contempladas da melhor forma neste momento de distanciamento social, principalmente pelas crianças que sentem saudade da escola, dos colegas e professores. “Nós preparamos essas atividades pensando no material que os alunos têm em casa, nos saberes que eles vão desenvolver e no bem-estar dessas crianças, além do atendimento às famílias por meio do ambiente virtual de interação para que os filhos sejam acolhidos”, enfatiza Gisele.

    Aluna Brenda Barbosa – Escola da Prefeitura de Guarulhos Chico Mendes

    Brenda Barbosa, aluna da EPG Chico Mendes, falou da saudade que sente da escola, mas enquanto não pode voltar às aulas presenciais tem estudado em casa e feito várias descobertas. “Eu assisto todos os dias ao programa, hoje mesmo aprendi sobre os golfinhos e descobri que eles são muito inteligentes”. Por sua vez, Milena Martins Malachias Alves, da EPG Olavo Bilac, falou que adora as histórias que são contadas no Saberes em Casa. “Amo todas as histórias e também gosto das professoras do programa”, elogiou. 

    Aluna Milena Martins Malachias Alves – Escola da Prefeitura de Guarulhos Olavo Bilac

    O programa Saberes em Casa vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 9h às 10h30. Atualmente é veiculado na TV Câmara Guarulhos, no canal 7 (Net/Claro). Toda a programação é acompanhada por conteúdos de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para os alunos surdos.

    Para mais informações acesse http://portaleducacao.guarulhos.sp.gov.br/.