O quinto episódio da websérie da Divisão de Educação Especial (DEE), da Secretaria Municipal de Educação de Itaquaquecetuba, apresenta os caminhos e recursos utilizados para ampliar a acessibilidade e fortalecer a inclusão dos estudantes com deficiência visual no ambiente escolar.
O episódio mostra como atendimentos especializados, materiais adaptados e tecnologias assistivas contribuem para garantir mais autonomia, participação e equidade durante o processo de aprendizagem. Entre os recursos apresentados estão ações relacionadas à optometria, ao sistema Braille e à utilização de diferentes ferramentas de apoio às necessidades dos estudantes.
A produção também destaca a importância de oferecer condições adequadas para que os estudantes com deficiência tenham acesso aos conteúdos e possam participar das atividades desenvolvidas no cotidiano escolar. Os recursos de acessibilidade são utilizados de acordo com as necessidades apresentadas, contribuindo para a construção de uma educação cada vez mais inclusiva.
Outro destaque do episódio é a parceria da Secretaria Municipal de Educação com a Fundação Dorina Nowill, que contribui para ampliar as possibilidades de inclusão por meio da disponibilização de materiais acessíveis e de estratégias voltadas às pessoas com deficiência visual.
A iniciativa integra as ações desenvolvidas pela Divisão de Educação Especial para fortalecer o atendimento aos estudantes do Sistema Público Municipal de Ensino, promovendo acesso, oportunidades e condições para que todos possam aprender, participar e desenvolver suas potencialidades.
O episódio 05 da Websérie DEE está disponível nos canais oficiais da Secretaria Municipal de Educação de Itaquaquecetuba.
Reconhecendo a criança como sujeito social, histórico e de direitos, este projeto nasce do compromisso de ampliar os territórios de experiências das crianças, especialmente dos bebês e crianças bem pequenas, cujas vivências acontecem, em sua maioria, nos espaços da própria unidade escolar. Compreende-se que a escola é um território rico em possibilidades e que pequenos deslocamentos para outros ambientes, como os espaços organizados para as oficinas, já ampliam as experiências das crianças, favorecendo novas interações, descobertas e formas de relação com o entorno.
A proposta da oficina itinerante busca oferecer e ampliar o acesso à cultura, às múltiplas linguagens e às experiências significativas, levando vivências sensoriais, artísticas e culturais até as 32 unidades escolares.
Além disso, o projeto prevê, no segundo semestre, a ampliação desses territórios por meio de saídas pedagógicas para espaços culturais da cidade, como parques, e biblioteca, favorecendo novas descobertas, interações e formas de relação com o mundo.
Ao ampliar o acesso das crianças às experiências culturais e aos diferentes espaços, o projeto contribui para a ampliação de repertórios culturais, garantindo o acesso aos bens culturais e às múltiplas linguagens, reconhecendo às crianças como produtoras de cultura e participantes ativas em seus territórios.
A proposta vem ao encontro do trabalho já realizado pelos professores, somando e enriquecendo as experiências cotidianas das crianças, por meio de vivências que ampliam seus repertórios culturais e expressivos. Nesse sentido, as oficinas itinerantes dialogam com as práticas pedagógicas desenvolvidas nas unidades escolares, buscando potencializar experiências já vividas e ampliar possibilidades.
Objetivo Geral
Promover experiências significativas por meio de oficinas itinerantes que ampliem os territórios das infâncias, favorecendo o acesso das crianças às linguagens, às narrativas culturais e às vivências artísticas.
Objetivos Específicos
Ampliar os repertórios culturais das crianças por meio de vivências diversificadas;
Proporcionar experiências com diferentes linguagens (sensorial, visual, sonora e corporal);
Favorecer a curiosidade, a exploração e o protagonismo infantil;
Somar às práticas pedagógicas já desenvolvidas nas unidades;
Possibilitar o contato com espaços culturais da cidade, como parques e biblioteca;
Oferecer experiências significativas também aos bebês, respeitando suas especificidades.
Público alvo
Bebês (Berçário I e II)
Crianças bem pequenas (Maternal I e II)
Crianças pequenas (Jardim e Pré)
Metodologia
O projeto será desenvolvido por meio de oficinas itinerantes, realizadas nas unidades escolares.
As propostas serão organizadas considerando as diferentes faixas etárias, com foco em experiências práticas, sensórias e culturais, como:
Exploração de elementos naturais;
Vivências sonoras;
Experiências com materiais não estruturados;
Contação de histórias e narrativas;
Propostas com artes visuais e corporais.
Para os bebês, as vivências priorizarão experiências sensoriais, a exploração do corpo e do ambiente, respeitando seus tempos e formas de interação.
Para as crianças maiores, as propostas favorecerão a expressão, a imaginação e a construção, ampliando suas formas de comunicação e relação com o mundo.
No segundo semestre, o projeto será ampliado com a realização das saídas pedagógicas para os parques e biblioteca, possibilitando às crianças o contato com diferentes espaços culturais da cidade.
Fundamentação teórica
O projeto fundamenta-se na compreensão da criança como sujeito ativo, que aprende por meio das interações, das experiências e do contato com o meio.
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular, a Educação Infantil deve garantir os direitos de aprendizagem, assegurando experiências significativas e diversificadas.
As contribuições de Lev Vygotsky destacam a importância das interações sociais no desenvolvimento infantil. Para Jean Piaget, a criança constrói conhecimento por meio da ação e da exploração do meio.
A abordagem de Maria Montessori valoriza a autonomia, o ambiente preparado e o respeito ao tempo da criança.
A perspectiva de Loris Malaguzzi, ao reconhecer as múltiplas linguagens da criança, sustenta a necessidade de oferecer diferentes formas de expressão.
No campo das práticas pedagógicas, Tizuko Morchida Kshimoto destaca o brincar como linguagem fundamental da infância.
Os estudos de Luciana Brites reforçam a importância das experiências e estímulos no desenvolvimento infantil, especialmente na primeira infância.
Os estudos de Luciana Brites reforçam a importância das experiências e estímulos no desenvolvimento infantil, especialmente na primeira infância.
O projeto também dialoga com as formações do LEEI – Leitura e Escrita na Educação Infantil, que enfatizam a escuta, a linguagem e a ampliação dos repertórios culturais das crianças.
Cronograma
1º semestre: realização das oficinas itinerantes nas 39 unidades escolares de Educação Infantil. Entre elas as conveniadas.
2º semestre: continuidade das oficinas e realização de saídas pedagógicas (parques, biblioteca, anfiteatro, entre outros espaços públicos).
Organização pedagógica
As ações do projeto serão desenvolvidas por meio de oficinas organizadas em estações de exploração, entendidas como ambientes intencionalmente planejados que favorecem a investigação, a experimentação e o protagonismo infantil.
Nessas estações, as crianças interagem com diferentes materiais e possibilidades, explorando, manipulando criando e atribuindo significado às suas experiências.
O espaço é compreendido como um território educativo, que convida à curiosidade, à descoberta e à produção cultural.
Oficina: Mãos que investigam – experiências com elementos naturais integra o projeto propondo a ampliação das vivências das crianças por meio da exploração sensorial, investigativa e criativa com elementos da natureza.
As experiências são organizadas de acordo com as especificidades de cada faixa etária:
Bebês
Vivências de exploração sensorial com elementos naturais como folhas, galhos, pedras e tecidos, organizados em caixas e cestos, favorecendo a manipulação livre.
Em um segundo momento, são propostas experiências com tintas naturais, possibilitando a exploração de cores, texturas e marcas por meio do corpo e mãos.
Essas experiências favorecem percepções táteis, visuais e corporais, ampliando o repertório sensorial dos bebês.
Crianças bem pequenas
Experiências de exploração e expressão por meio de carimbos com elementos naturais, especialmente folhas.
As crianças são convidadas a observar formas, texturas e marcas, utilizando tintas naturais para registrar suas descobertas. A proposta amplia as possibilidades de expressão artística e favorece a relação entre ação e transformação dos materiais.
Crianças pequenas
Proposta de criação e construção de móbiles com elementos naturais, como folhas, conchas e galhos.
As crianças organizam, combinam e constroem suas produções, explorando relações espaciais, equilíbrio, estética e criatividade. A vivência favorece a imaginação, a autonomia e a criatividade.
CRONOGRAMA DAS OFICINAS – Mãos que investigam – Experiências com os elementos naturais – Abril à Junho
-CMEIS, EMEIAS e EM
CMEI IZAURA VITAL DOS SANTOS
13/04/2026
CMEI AVELINA DALILA LEOPOLDINA
14/04/2026
CMEI MARIA BENEDITA GARCIA DA SILVA
15/04/2026
CMEI DONA PEDRA Mª DO ROSÁRIO
16/04/2026
CMEI SEIJI SHUGUEMASTSU
17/04/2026
CMEI MARIA RAIMUNDA DOS SANTOS
22/04/2026
CEMEI Prof.ª EUNICE DE MORAES CAJUEIRO
24/04/2026
CMEI MARCIA POLI
27/04/2026
CMEI Prof.ª MARIA JOSÉ LOPES ESMERALDO
29/04/2026
CECI DINIZ
30/04/2026
CRONOGRAMA DAS OFICINAS – MAIO
EMEIA PROFª. ROSANA SANCHES
08/05/2026
EMEIA CIBELE MOTTA
11/05/2026
EMEIA CELSO BARROSO
13/05/2026
EMEIA AMANDA MIRANDA BARROS
14/05/2026
CEMEI Prof.ª ELIZÂNGELA FERNADES ONYEBUCHI
15/05/2026
CMEI PROFESSORA NOELI
18/05/2026
EM ABÍLIO PINHEIRO ANDRÉ
19/05/2026
EM DONA MARIA DE LOURDES FERREIRA
20/05/2026
EM DONA MARIA APARECIDA RESTIVO PEREZ
22/05/2026
EM DONA ROSALINA DE ALMEIDA MENDES
25/05/2026
EM ISABELA PAVANI CASTILHO
27/05/2026
EM MARISA PENDEZA
28/05/2026
EM MILTON BARBOSA
29/05/2026
CRONOGRAMA DAS OFICINAS – JUNHO
EM PADRE GERALDO MONTIBELLER
01/06/2026
EM PENHINA
02/06/2026
EM RECANTO PRIMAVERA
08/06/2026
EM SIDÔNIA NASSER DO PRADO
12/06/2026
EM BAIRRO RETIRO
15/06/2026
EMEIA VEREADORA JUPIRA MARIA FIGUEREDO
16/06/2026
FATEC
17/06/2026
EMEIA VEREADORA JUPIRA MARIA FIGUEREDO
18/06/2026
CRECHE ACALANTO
19/06/2026
CEIC MIRANTE
22/06/2026
CEIC JARDIM EMÍLIA
23/06/2026
CRECHE MARIA DA GLÓRIA
24/06/2026
CEIC CENTER VILLE
25/06/2026
CEIC BARRETO
26/06/2026
CEIC CENTRO
29/06/2026
O projeto reafirma a importância de práticas pedagógicas que valorizem a infância, o brincar, e a experimentação como eixos estruturantes do trabalho na Educação Infantil.
Ao reconhecer o espaço escolar como território de experiências, amplia-se o olhar sobre as possibilidades educativas, promovendo vivências significativas que respeitem os tempos, interesses e modo de ser das crianças.
No primeiro semestre, o projeto Territórios das Infâncias: Experiências, Linguagens e Narrativas na Educação Infantil desenvolveu a oficina Mãos que investigam – Experiências com elementos naturais, transformando diferentes espaços das unidades escolares em ambientes de
exploração e descoberta. Bebês, Crianças bem pequenas e Crianças pequenas foram convidadas a investigar folhas, flores, sementes, cabaças, buchas vegetais, fibras naturais, areia, terra, conchas e outros elementos, utilizando as mãos, os sentidos e a curiosidade como caminhos para conhecer, criar e se expressar. As experiências resultaram em pinturas, carimbos com folhas, marcas e composições que revelaram as diferentes formas das crianças se relacionarem com a natureza.
Dando continuidade às experiências propostas pelo projeto, no segundo semestre será realizada a oficina Conto e Reconto: Cada Criança é um Conto, ampliando os territórios de investigação para o universo das narrativas infantis. A proposta será organizada como um percurso literário, no qual os espaços serão cuidadosamente preparados para acolher histórias, imaginação, brincadeiras simbólicas e as diferentes formas de narrar das crianças.
Partindo da premissa de que a literatura na infância se vive com o corpo inteiro, a oficina Conto e Reconto – Cada Criança é um Conto fundamenta-se na concepção de Loris Malaguzzi sobre as Cem Linguagens da Criança.
Entendemos que a escrita e a narrativa não se restringem à palavra falada ou codificada: a criança narra a si e ao mundo através do olhar, do toque, do grafismo, e do jogo simbólico. Cada criança carrega em si uma história única e manifesta sua autoria de formas singulares em cada etapa do seu desenvolvimento.
Nessa perspectiva, o espaço pedagógico assume o papel de terceiro educador. Organizado como um percurso literário integrado, o ambiente convida à investigação e à imaginação. Em vez de momentos isolados, às crianças vivenciam um circuito fluído com as estações: a cadeira das narrativas, o dado literário, tapete sensorial, a cabana com almofada e cesto com livros, a arara de adereços e o varal dos gêneros textuais.
“A criança é feita de cem. A criança tem cem linguagens, cem mãos, cem pensamentos, cem modos de pensar, de jogar e de falar. Cem, sempre cem modos de escutar, de maravilhar-se e de amar, Cem alegrias para cantar e compreender.”( MALAGUZZI, L. In: EDWARDS, C.; GANDINI, L.; FORMAN,
GEORGE.As cem linguagens da criança. Porto Alegre: Penso, 2016).
A oficina terá início em Agosto À Setembro, nas unidades escolares de Educação Infantil, com atendimento às creches, e seguirá no mês de Outubro e novembro no Parque Cidade Natureza, ampliando os territórios onde as crianças poderão vivenciar experiências de literatura, criação e interação.
Bebês
No percurso literário, os bebês participam de uma contação de histórias, percorrem as estações integradas: exploram o tapete sensorial, interagem com o dado dos personagens e com os livros nos cestos, escutam histórias curtas no aconchego da cabana com almofadas e ao passarem pelo cantinho artístico, deixam suas marcas no papel kraft. Essas marcas constituem suas próprias narrativas e sua forma singular de contar histórias. Ao final, esse papel é enrolado como um pergaminho e entregue à professora da turma para representar a narrativa da turma.
Crianças bem pequenas
Vivência voltadas para a exploração, para o jogo simbólico e o reconto. No percurso literário, as crianças participam de uma contação de histórias, vivenciam o circuito de forma integrada: utilizam os adereços da arara (como óculos, lenço, tecidos, tiaras, bonés e chapéus) para se caracterizarem nas brincadeiras de faz de conta, jogam do dado dos personagens, experimentam recontar histórias na cadeira das narrativas e, no cantinho artístico, registram suas experiências por meio dos desenhos e outros registros com diversos riscadores no papel kraft. Esse papel também é enrolado como um pergaminho para representar as narrativas da turma.
Crianças pequenas
Vivência focada na criação, imaginação e autoria. No percurso literário, as crianças participam de uma contação de história, transitam pelas estações utilizando os elementos do espaço utilizam os adereços da arara (como óculos, lenço, tecidos, tiaras, bonés e chapéus) para se caracterizarem nas brincadeiras de faz de conta, jogam o dado dos personagens, interagem
com o varal dos gêneros textuais e portadores diversos, experimentam contar e recontar histórias na cadeira das narrativas.
CRONOGRAMA DAS OFICINAS LITERÁRIAS – CONTO E RECONTO: Cada
Criança é um Conto.
-CMEIS e EMEIAS –Agosto à Setembro
CMEI AVELINA DALILA LEOPOLDINA DE ALMEIDA
20/08/2026
CMEI DONA IZAURA
26/08/2026
CMEI DONA PEDRA Mª DO ROSÁRIO
28/08/2026
CMEI MARIA RAIMUNDA DOS SANTOS
31/08/2026
CMEI MARIA BENEDITA GARCIA DA SILVA
02/09/2026
CMEI MARIA BENEDITA GARCIA DA SILVA
04/09/2026
CMEI MARCIA POLI
09/09/2026
CMEI MARIA HERBENE
14/09/2026
CMEI PROFESSORA EUNICE DE MORAES CAJUEIRO
16/09/2026
CMEI MARIA JOSÉ LOPES ESMERALDO
18/09/2026
CMEI SEIJI SHIGUEMATSU
21/09/2026
CMEI FATEC (manhã)
23/09/2026
CMEI CECI DINIZ (tarde)
23/09/2026
Referências
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2017.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
PIAGET, J. A formação do símbolo na criança. Rio de Janeiro: LTC, 1975. MONTESSORI, M. A descoberta da criança. São Paulo: Kírion, 2019.
FREINET, C. Pedagogia do bom senso. São Paulo: Martins Fontes, 2004. MALAGUZZI, L. In: EDWARDS, C.; GANDINI, L.; FORMAN, G. As cem
linguagens da criança. Porto Alegre: Penso, 2016.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996. KISHIMOTO, T. M. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez, 2011.
BRITES, L. Como estimular o cérebro do seu filho. São Paulo: Gente, 2019. BRASIL. Ministério da Educação. Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI). Brasília: MEC, 2020.
SECRETARIA MINICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SUZANO- Educação Infantil
É com grande entusiasmo que a Secretaria Municipal de Educação de Suzano, apresenta esta série de vídeos produzidos pelos(as) professores(as) da Educação Infantil, (creche/ pré-escola). Os vídeos, demonstram diversas vivências que incentivam o manuseio de livros infantis, exploram práticas essenciais de leitura e escrita que enriquecem o aprendizado. A leitura é um dos aspectos fundamentais que auxilia no desenvolvimento das crianças desde a tenra idade e é, na 1ª primeira que estabelecemos as bases para um futuro leitor e escritor.
O contato direto com os livros não apenas estimula a curiosidade e o amor pela leitura, mas também desenvolve habilidades manuais importantes. Ao folhear páginas, as crianças aprendem sobre a direção da leitura, a sequência das histórias e a importância das ilustrações, que complementam o texto.
Como exemplo das mais variadas práticas e demonstração do protagonismo dos pequenos estão; convite a contação de histórias, movimento do soprar através da leitura, atração pelo livro, minhas histórias, nossas histórias. promover a expansão do vocabulário, oportunidade de socialização, compartilhar livros e discutir histórias, criar imagens e reescrita da história, a partir da narrativa das crianças, enfatizando sempre que o prazer pela leitura se dá pela naturalidade da ação!
Ao ouvir uma história, as crianças são transportadas para mundos mágicos, onde podem vivenciar aventuras incríveis. Essa experiência não só aguça a imaginação, mas também promove o desenvolvimento da linguagem e enriquece o repertório cultural dos pequenos.
Os piqueniques literários e a parada literária! Traz a diversão e aprendizado ao ar livre, cercadas pela natureza, e elementos da natureza como; folhas, flores e pedras, incentivando as crianças a criar suas próprias narrativas inspiradas no que encontram ao seu redor, num ambiente descontraído e acolhedor. Essa conexão e interação com a natureza não só estimula a criatividade, mas também ensina sobre o mundo natural de forma lúdica e divertida, transformando o processo de leitura num hábito saudável prazeroso para as crianças e suas famílias!
O Programa “Cola aí – Minha Escola na TV”, da Secretaria Municipal de Educação de Suzano, abordou o tema “Brincar na Primeira Infância”. A iniciativa foi realizada em comemoração ao “Mês da Primeira Infância”, que foi oficializado pela lei nº 14.617, de 10 de julho de 2023.
O objetivo foi mostrar por meio de um documentário, os espaços institucionalizados das creches e pré-escolas do Sistema Público Municipal de Ensino de Suzano e as vivências promovidas pelos educadores às crianças, garantindo assim, o direito de brincar, tão necessário às conexões e à aprendizagem.
A brincadeira foi destacada como uma atividade essencial na formação dos estudantes dessa faixa etária.
Foram apresentadas as experiências desenvolvidas nas escolas municipais e conveniadas (creches e pré-escola) onde os profissionais destacaram a importância da pedagogia participativa e da observação do comportamento das crianças.
As unidades escolares participantes foram: EM Celina, EM Cláudio, Creche Comunitária Jd Urupês, Creche Comunitária Cáritas São Sebastião, e Lar das Flores.
A iniciativa foi importante para valorizar a primeira infância e investir em educação de qualidade para as crianças, permitindo que elas tenham liberdade para criar e interagir com as brincadeiras propostas.
Ações como essa são essenciais para garantir um futuro promissor para as crianças e contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população.
Prefeitura Municipal de Suzano Secretaria Municipal de Educação Suzano, SP – Brasil
O dia mal começou e a aluna Thalita Isabelly Moura dos Santos da EPG Procópio Ferreira já está toda animada e preparada para mais um episódio do Programa Saberes em Casa. Café tomado e dentes escovados, ela acompanha a programação educativa diariamente e realiza diversas atividades. E assim tem sido a rotina de inúmeras crianças que assistem o programa elaborado pela Secretaria de Educação, oferecido aos estudantes da Rede Municipal pelos canais de TV e internet neste período de isolamento social.
A proposta pedagógica está pautada na concepção de formação integral da criança, conforme a Proposta Curricular Quadro de Saberes Necessários (QSN), documento alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e reelaborado em 2019 pelo Grupo de Trabalho do Currículo e demais profissionais da educação.
Os alunos podem contar com o apoio dos pais para fazerem os diversos desafios apresentados no programa. A mãe da Thalita Isabelly relatou o dia a dia da filha em casa, enquanto as aulas estão suspensas. “Depois do café da manhã, ela faz as atividades escolares acompanhada por mim ou pelo pai, às vezes, dos dois juntos. Como ela só tem 4 anos, nós ajudamos para que ela entenda algumas partes do programa. Ela está adorando tudo isso e nós também”, relata Léia Moura.
Desafio do Dia
Dentre os quadros do programa está o “Desafio do Dia”, apresentado pela Professora Eliane de Siqueira. Nesse espaço, são apresentados desafios diários com diálogos que contemplam o maior número possível de alunos, e atividades ligadas a diversos saberes, os quais as crianças conseguem desenvolver com os recursos que possuem em casa.
“Os desafios têm como objetivo promover reflexões e observação de diferentes situações presentes no contexto das crianças neste período de isolamento, bem como ampliação dos seus conhecimentos. Por esse motivo, temos conceitos, atitudes e procedimentos incluídos nos desafios apresentados. Inicialmente, eles foram pensados para crianças do 3º, 4º e 5º anos, no entanto, percebemos o envolvimento das outras turmas. Sendo assim, ‘o fazer do seu melhor jeito’, que eu falo diariamente, busca contemplar também os alunos menores nesse processo”, explica Eliane sobre abranger o máximo de crianças.
A interação das crianças com a programação é contagiante, é comum as famílias compartilharem os desafios realizados pelas crianças nas redes sociais. Pelo Instagram SE Informe, os pais se envolvem no aprendizado dos filhos e socializam as atividades, como construções de objetos com materiais reutilizáveis, cuidados com a saúde física, jogos e brincadeiras que promovem novas aprendizagens, além da interação e a valorização de momentos em família.
Para Eliane de Siqueira, as dificuldades incluem não ter o educador ao seu lado para acolher dúvidas e auxiliá-las nessas construções, mas reforça a importância de deixar fluir a imaginação das crianças com a participação das famílias, sempre que possível. “Busco realizar algumas retomadas, comentar postagens, mandar áudios e me aproximar delas o máximo que posso e, ao mesmo tempo, ofertar propostas cujo ponto de partida é a observação, levantamento de concepções prévias e demais informações que fazem parte do repertório de cada uma delas”, explica.
O aluno Gustavo Muricy Soares, 4 anos, tem se destacado na realização das atividades, ele participa de todas as propostas do programa e dos conteúdos que a escola envia. “Hoje, por causa do Coronavírus a gente não pode se encontrar, mas eu gosto muito das atividades do programa, dos desenhos, as cantorias e historinhas. Quando o Coronavírus passar, nós vamos nos abraçar, apertar a mão e dar beijo de montão”, conta empolgado o aluno da EPG Maria Firmina dos Reis.
Professores engajados
Na EPG Undina Capellari Nunes, no Jardim Ottawa, a equipe está engajada nas atividades que são propostas pelo Departamento de Orientações Educacionais e Pedagógicas (DOEP), nesse período de quarentena. A coordenadora contatou os professores e pediu sugestões de atividades que contribuíssem para que as crianças possam se aprofundar nos assuntos e saberes contemplados no Programa Saberes em Casa.
Desde o mês de maio, a professora Fabíola Ribeiro Chacim tem recebido devolutivas muito positivas de sua turma do 1º ano. “Há alguns anos, costumamos fazer um grupo no WhatsApp com os pais das crianças da turma. No final do mês de abril, antes mesmo do Programa Saberes em Casa ir ao ar, as mães me pediram dicas de atividades que pudessem fazer com as crianças. A partir desta preocupação, comecei a pesquisar leituras que as mães pudessem realizar com seus filhos e a partir delas, criar listas de palavras, construir registros e outras atividades que contribuem para o processo de alfabetização”.
Mesmo depois da estreia do programa, a professora prosseguiu enviando atividades que favorecem a aquisição de base alfabética. “Quando a Secretaria de Educação disponibilizou o resumo dos assuntos trabalhados diariamente e os desafios, passei a enviar as atividades alinhadas com o Programa para contemplar esses saberes. Nesta ocasião, a divulgação da Revista Saberes e Aprendizagens, que possui os detalhes do que é apresentado no programa e é veiculada semanalmente para toda a rede, tornou-se uma ferramenta perfeita para auxiliar os professores no preparo antecipado de atividades. Com o planejamento do conteúdo semanal de todos os professores da equipe, a coordenação pedagógica alimenta a fanpage da escola no Facebook, onde os pais e as crianças costumam interagir e buscar novas informações diariamente”, explica.
[PODCAST #004] Programa Saberes em Casa envolve alunos da Rede Municipal com desafios diários
Neste episódio, contamos com a participação da professora Eliane de Siqueira explicando sobre a proposta pedagógica aplicada no “Desafio do Dia” e quais as estratégias para alcançar as crianças. Além disso, as professoras Fabíola Ribeiro Chacim e Simone Cristina falam como as atividades aprofundam os assuntos contemplados no Programa Saberes em Casa.
A Professora de Artes Graziela Ramos, da Rede Municipal de Educação de Biritiba Mirim conta pra gente a sua motivação e seu método de aula, nesse vídeo super bacana.
Há participação de alguns dos nossos alunos, demonstrando o que aprenderam nessa aula, no fim do vídeo.