Autor: Secretaria de Educação de Salesópolis

  • A cultura digital na valorização da Agricultura Familiar

    A cultura digital na valorização da Agricultura Familiar

    Na EMEF Ernesto Ardachnikoff, os alunos do 1º ao 5º ano participaram de uma experiência que uniu saberes do campo e tecnologia em práticas pedagógicas inovadoras. Com o apoio da cultura digital, o projeto valorizou a agricultura familiar por meio de pesquisas online, entrevistas, podcasts, cultivo de hortas e criação de QR Codes com curiosidades e receitas. As atividades promoveram consciência ambiental, autoria e protagonismo estudantil, fortalecendo os vínculos com a comunidade local. A iniciativa mostrou que, ao integrar tradição e inovação, a escola forma cidadãos críticos, conscientes e comprometidos com um futuro sustentável.

  • Cultura Digital na Escola: Um Caminho Para Formar Leitores Apaixonados

    Cultura Digital na Escola: Um Caminho Para Formar Leitores Apaixonados

    Na EMEF Mestra Henriqueta, a gestora Cristiane Milena Nepomuceno Pinto liderou uma iniciativa inspiradora que transformou a leitura em uma experiência envolvente e significativa. Com o apoio das plataformas Elefante Letrado e Estante Mágica, os alunos participaram de atividades como Gincana de Leitura, Contação de Histórias e Escrita do Próprio Livro, vivenciando a leitura de forma interativa e afetiva. Cada sala foi ambientada com temas criativos, estimulando a imaginação e o protagonismo infantil. A criação de games educativos e a Noite de Autógrafos reforçaram a autoestima e o engajamento dos estudantes. O projeto mostrou que, com tecnologia, ludicidade e trabalho coletivo, é possível formar leitores críticos, criativos e apaixonados.

  • Caça ao Tesouro : Uma Aventura do Conhecimento

    Caça ao Tesouro : Uma Aventura do Conhecimento

    Na EMEF Mestra Henriqueta, a professora Marília desenvolveu com seus alunos uma empolgante Caça ao Tesouro Digital, unindo tecnologia, leitura e diversão. Utilizando tablets, os estudantes exploraram diferentes espaços da escola em busca de pistas escondidas em QR Codes. Cada código revelava um novo desafio, estimulando a leitura interpretativa e o raciocínio lógico. A atividade promoveu o uso prático e consciente da tecnologia, despertando curiosidade, cooperação e protagonismo. Ao final, além de encontrar o “tesouro”, os alunos descobriram que aprender pode ser uma aventura cheia de significado.

  • Cupons que Transformam: Cultura Digital a Serviço da Cidadania

    Cupons que Transformam: Cultura Digital a Serviço da Cidadania

    Na EMEF Prof.ª Sonia Maria da Fonseca, o projeto Cupons que Transformam mobilizou alunos do Ensino Fundamental I em uma ação educativa e solidária, em parceria com a ONG Contagie. A proposta envolveu a arrecadação de cupons fiscais com QR Code, que, ao serem validados, geram recursos para projetos sociais. Os estudantes aprenderam a identificar cupons válidos, utilizar aplicativos de leitura digital e refletir sobre cidadania fiscal. Com apoio da comunidade e uso consciente da tecnologia, a iniciativa promoveu letramento digital, empatia e responsabilidade social, mostrando que pequenas ações podem gerar grandes transformações.

  • INTERNET SEGURA: Cidadania Digital em Ação

    INTERNET SEGURA: Cidadania Digital em Ação

    Na EMEF Prof. Sonia Maria da Fonseca, os alunos do 4º ano B participaram do projeto Internet Segura, idealizado por Gabriel Mendes Vieira, com o objetivo de promover o uso consciente e responsável da internet. A experiência envolveu debates, vídeos e atividades práticas sobre temas como cyberbullying, fake news e segurança online. Os estudantes criaram cartazes e QR Codes com conteúdos educativos, que foram compartilhados em visitas às turmas do 1º ao 5º ano. A proposta integrou cultura digital, protagonismo estudantil e reflexão ética, contribuindo para a formação de cidadãos críticos e preparados para os desafios do mundo conectado.

  • Diários que Inspiram

    Diários que Inspiram

    Na EMEF “Professora Maria de Lourdes Gonçalves de Toledo”, a professora Silvia desenvolveu com os alunos do 5º ano B uma proposta interdisciplinar que uniu o estudo do gênero diário à reflexão histórica e ao uso da tecnologia. A leitura de Diário de um Banana e a história de Anne Frank despertaram empatia e ampliaram a compreensão dos alunos sobre narrativa, memória e direitos humanos. A visita virtual à Casa de Anne Frank, realizada com a lousa digital, proporcionou uma experiência imersiva e reflexiva. A atividade promoveu habilidades linguísticas, cognitivas e socioemocionais, reforçando o papel da escola na formação de cidadãos críticos e conscientes.

  • Aprender é Divertido: Wordwall em Ação!

    Aprender é Divertido: Wordwall em Ação!

    O uso da plataforma Wordwall com os alunos do 2º ano A da EMEF “PROFESSORA MARIA DE LOURDES GONÇALVES DE TOLEDO”, sob a orientação da professora Ana Karina, tem se revelado uma estratégia eficaz para fortalecer o processo de alfabetização. A proposta envolveu atividades interativas e dinâmicas, como formação de palavras, construção de frases e interpretação de textos, adaptadas aos diferentes níveis de escrita dos estudantes. A abordagem lúdica e o feedback imediato proporcionado pela plataforma aumentaram o engajamento, especialmente entre os alunos que apresentavam resistência às práticas convencionais. Os avanços foram observados de forma progressiva, com melhora na ortografia, na sintaxe e no vocabulário. A experiência demonstrou que a tecnologia, quando usada com intencionalidade pedagógica, pode tornar o aprendizado mais significativo, inclusivo e motivador.

  • Representante de Classe: A Voz da Nossa Sala!

    Representante de Classe: A Voz da Nossa Sala!

    O projeto de eleição de representante de classe, realizado com os alunos do 4º ano A da EMEF Prof.ª Sonia Maria da Fonseca, foi uma vivência democrática que transformou a sala de aula em um espaço de diálogo, protagonismo e cidadania. Por meio do voto secreto, debates e propostas, os estudantes aprenderam a respeitar opiniões, defender ideias com argumentos e valorizar o coletivo. A inclusão de suplentes reforçou o trabalho em equipe e a continuidade das ações. A visita à Câmara Municipal e a entrevista com um vereador aproximaram os alunos da política local, despertando senso crítico e pertencimento. O uso da tecnologia na produção de convites e registros fortaleceu o letramento digital, conectando o aprendizado à realidade dos estudantes. O projeto promoveu autonomia, empatia e participação ativa, deixando marcas positivas na rotina escolar.

  • Tecnologia e Imaginação

    Tecnologia e Imaginação

    O Projeto Cozinha Encantada da Cuca – Receitas Mágicas com Tecnologia e Imaginação, desenvolvido com os alunos do 1º ano B da EMEF Prof.ª Sonia Maria da Fonseca, foi uma experiência rica e envolvente que transformou o processo de alfabetização em uma jornada criativa. Inspirados pela personagem Cuca, os estudantes mergulharam no universo das receitas mágicas, explorando leitura, escrita, oralidade e expressão artística. Com o uso de lousa digital, tablets, celulares, vídeos e jogos interativos, a cultura digital foi integrada como ferramenta de registro e, principalmente, como meio de acesso universal ao conteúdo. A produção das receitas em formato de programa culinário estimulou a comunicação, a autoestima e o protagonismo infantil, tornando a aprendizagem mais significativa, inclusiva e encantadora.

  • Folclore em ação: experiências infantis

    Folclore em ação: experiências infantis

    O projeto de inclusão “Folclore Brasileiro”, realizado na sala do AEE da EMEF Ernesto Ardachnikoff pelas professoras Leila e Daiane, destacou-se por promover o acesso universal ao universo do folclore por meio da cultura digital. Mais do que uma ferramenta de registro, os recursos tecnológicos foram essenciais para tornar os conteúdos acessíveis e significativos a todos os educandos, respeitando suas necessidades específicas. Cada jogo e atividade foi adaptado individualmente, permitindo que as crianças explorassem personagens como Saci, Curupira e Iara de forma prática, criativa e envolvente. A proposta fortaleceu o processo de inclusão, valorizou a identidade cultural e ampliou as possibilidades de expressão e aprendizagem.