Esta proposta educacional digital surgiu da necessidade de integrar, de forma criativa e significativa, as tecnologias digitais ao processo de ensino-aprendizagem. Vivemos em um contexto em que as crianças estão cada vez mais conectadas ao mundo digital, e a escola precisa assumir o papel de mediadora, oferecendo experiências que unam tecnologia, conhecimento e desenvolvimento de competências para a vida. O objetivo principal é proporcionar aos alunos oportunidades de aprendizado, explorando recursos digitais que estimulem a curiosidade, a autoria e a colaboração. A ideia é que a tecnologia seja um meio para ampliar as possibilidades de expressão, pesquisa e produção de conhecimento. A proposta consiste em consolidar as aprendizagens, utilizando descritores frágeis, gameficando as atividades por meio de plataformas educacionais, aplicação de questionários digitais, com devolutivas instantâneas. Essa prática foi pensada para promover aprendizagens significativas, valorizar o protagonismo do aluno e incentivar o uso consciente e crítico da cultura digital. Atividades personalizadas para necessidade de cada aluno, tudo acessado através de Qrcode.
Os objetivos alcançados foram: maior engajamento dos alunos nas atividades escolares; desenvolvimento de habilidades digitais e socioemocionais; ampliação da criatividade e da capacidade de resolução de problemas e fortalecimento da colaboração entre alunos.
Esta prática foi realizada na ESCOLA MUNICIPAL PROFESSOR MARIO PORTES, pela professora Kátia Cilene Scarcella Garcia
A presente atividade foi desenvolvida pela Professora Verônica Silva Aparecida, com os estudantes da EM Professor João Cardoso de Pereira.
Objetivo desta atividade é desenvolvimento do pensamento computacional por meio do raciocínio lógico, da criação de algoritmos e da cooperação entre os alunos, utilizando comandos simples em um ambiente lúdico e concreto.
Os estudantes foram organizados em duplas. Um dos componentes desta dupla ficou responsável por criar e verbalizar os comandos, enquanto o outro executava as ações. Para isso, montamos no chão do pátio uma malha quadriculada, representando um espaço de deslocamento. Os comandos disponíveis eram restritos às instruções: avance; vire à direita; vire à esquerda.
O estudante deveria levar o colega de um ponto de partida até um destino definido, sem sair da malha e sem comandos adicionais.
Os estudantes se revezaram nos papéis de “programador” e “executor”, exercitando a atenção, a clareza nas instruções, a noção espacial e o trabalho em equipe.
Esta atividade teve como principais habilidades desenvolvidas: compreensão de sequência lógica; pensamento crítico e antecipação de ações; coordenação motora e orientação espacial; comunicação clara e cooperação.
Para ampliar esta atividade, os seguintes desdobramentos podem ser realizados: introdução de obstáculos no trajeto para aumentar o desafio e a criação de missões ou objetivos (ex.: pegar um objeto no caminho).
Construção da malha quadriculada no pátio da escola.Estudantes realizando atividades de Programador e Executor.
A escola deve ser um espaço de inclusão, cultura e valorização do saber, possibilitando que os alunos se reconheçam como sujeitos pertencentes a uma identidade coletiva e se tornem agentes ativos na transformação de seu meio. O projeto O Homem e o Meio foi idealizado nessa perspectiva, promovendo aprendizagens significativas por meio da interdisciplinaridade e da utilização de metodologias ativas.
O diferencial do projeto está na ênfase no uso das novas ferramentas digitais, do pensamento computacional e do princípio do aprender fazendo, que juntos favorecem a criatividade, a resolução de problemas e a autonomia dos estudantes. A cultura maker foi incorporada em práticas como a construção de maquetes em 3D de uma cidade sustentável, o estudo de circuitos elétricos simples, a experimentação com motores de propulsão e a simulação digital de soluções energéticas e ambientais.
Outro ponto de destaque foi a implementação da horta orgânica, que permitiu aos alunos vivenciar práticas ligadas ao campo e ao cuidado com o meio ambiente, associando os conteúdos estudados em sala às atividades práticas. A horta se tornou espaço privilegiado para discutir o consumo consciente, o uso de energias limpas e a transição energética, integrando saberes e experiências reais.
Assim, o projeto uniu tecnologia, ciência e práticas sustentáveis, tornando os alunos protagonistas do processo e favorecendo o desenvolvimento de competências cognitivas, socioemocionais e cidadãs.
Desta forma, foi possível promover a compreensão das relações entre o ser humano e o meio ambiente por meio de práticas interdisciplinares que integrem tecnologia, pensamento computacional, cultura maker e atividades sustentáveis, como a horta orgânica e a construção de maquetes em 3D, favorecendo a criatividade, a autonomia e o desenvolvimento de competências para uma atuação crítica, consciente e responsável na sociedade.
Para a elaboração do projeto, as habilidades foram previamente selecionadas, com base no currículo municipal e na BNCC. A turma foi organizada em grupos, e cada equipe assumiu responsabilidades definidas para a construção da cidade sustentável em maquete 3D e do carro elétrico.
Antes das construções, os estudantes participaram de pesquisas, debates, seminários e apresentações sobre temas centrais como consumo consciente, energias limpas, transição energética, circuitos elétricos simples e sustentabilidade.
A experiência utilizou metodologias ativas, pensamento computacional, cultura maker e recursos digitais, valorizando o aprender fazendo. A horta orgânica foi integrada como espaço de experimentação, aproximando teoria e prática e fortalecendo a compreensão sobre o cuidado ambiental.
Foram utilizados, principalmente, materiais recicláveis, kit da robótica Maker (T_Box), softwares de simulação e recursos digitais que favoreceram investigação, criatividade e cooperação.
Os alunos participaram ativamente de todas as etapas, desenvolvendo competências cognitivas, socioemocionais e cidadãs, consolidando aprendizagens de forma significativa e interdisciplinar.
Com a realização deste projeto, foi possível obter avanços significativos para os alunos do 3º e 4º ano, tanto no desenvolvimento acadêmico quanto socioemocional. As atividades interdisciplinares e práticas permitiram que os estudantes aplicassem conhecimentos de Matemática, Ciências, Geografia e História em contextos reais, consolidando conceitos como cálculo de áreas e perímetros, formas geométricas, circuitos elétricos, energias limpas, consumo consciente e sustentabilidade.
O uso do pensamento computacional, das ferramentas digitais e da cultura maker estimulou a criatividade, a resolução de problemas e a autonomia, evidenciada na construção das maquetes 3D da cidade sustentável e na montagem do carro elétrico com materiais do Artlab. A integração da horta orgânica possibilitou experiências concretas, relacionando teoria e prática e reforçando hábitos de cuidado ambiental.
Além do aprendizado acadêmico, observou-se um fortalecimento do trabalho em equipe, protagonismo, cooperação e responsabilidade, pois os alunos organizaram e desenvolveram coletivamente cada etapa do projeto. Seminários, debates e apresentações contribuíram para a comunicação oral, capacidade de argumentação e reflexão crítica.
Em síntese, o projeto consolidou aprendizagens significativas, promoveu o engajamento dos estudantes e evidenciou o potencial das metodologias ativas e do aprender fazendo para formar cidadãos conscientes e preparados para intervir de forma responsável no meio em que vivem.
Com base no curso de formação oferecido pela Secretaria de Educação de Mogi Das Cruzes em parceria com parceria com iniciativas privadas, desenvolvemos o estudo de matemática baseado na robótica como ponto de partida para levantamento de hipóteses e solução de problemas.
Para esta atividade os estudantes utilizaram kits da robóticas na qual, com base em pesquisa e um modelo simples, deveriam construir um protótipo de um autômato e de um domo geodésico de frequência , utilizando materiais como: caixa de sapatos, palito de churrasco e palitos de sorvete, cola quente, fita adesiva e o que mais quisessem para deixar o seu protótipo com boa aparência e resistente.
Durante a construção surgiram obstáculos como, por exemplo, não rodar, não subir ou descer, problemas que poderiam ser apenas resolvidos com pequenos ajustes, mas que após a montagem foram explorados dentro do contexto da Matemática e da Física.
Durante o desenvolvimento do projeto os estudantes foram além do proposto. Descobriram os cards de outras montagens e conseguiram avançar, desenvolvendo outros conceitos. Todos estudantes puderam participar, de forma inclusiva e participativa.
Esta proposta educacional digital surgiu da necessidade de integrar, de forma criativa e significativa, as tecnologias digitais ao processo de ensino-aprendizagem. Vivemos em um contexto em que as crianças estão cada vez mais conectadas ao mundo digital, e a escola precisa assumir o papel de mediadora, oferecendo experiências que unam tecnologia, conhecimento e desenvolvimento de competências para a vida. O objetivo principal é proporcionar aos alunos oportunidades de aprendizado, explorando recursos digitais que estimulem a curiosidade, a autoria e a colaboração. A ideia é que a tecnologia seja um meio para ampliar as possibilidades de expressão, pesquisa e produção de conhecimento. A proposta consiste em consolidar as aprendizagens, utilizando descritores frágeis, gameficando as atividades por meio de plataformas educacionais, aplicação de questionários digitais, com devolutivas instantâneas. Essa prática foi pensada para promover aprendizagens significativas, valorizar o protagonismo do aluno e incentivar o uso consciente e crítico da cultura digital. Atividades personalizadas para necessidade de cada aluno, tudo acessado através de Qrcode.
Os objetivos alcançados foram: maior engajamento dos alunos nas atividades escolares; desenvolvimento de habilidades digitais e socioemocionais; ampliação da criatividade e da capacidade de resolução de problemas e fortalecimento da colaboração entre alunos.
Esta prática foi realizada na ESCOLA MUNICIPAL PROFESSOR MARIO PORTES, pela professora Kátia Cilene Scarcella Garcia
As crianças das turmas Infantil III e IV da nossa Unidade Escolar, nos períodos da manhã e da tarde, durante o segundo bimestre, realizaram uma pesquisa sobre o ciclo de vida da borboleta, a partir das orientações didáticas propostas pela Secretaria de Educação de Mogi das Cruzes.
Como a sequência didática foi baseada nos animais de jardim, aproveitamos o estado de maravilhamento das crianças tendo em vista uma observação de ovos de borboleta em uma folha. Dado o interesse, os ovos foram colocamos em um recipiente para que pudéssemos acompanhar o nascimento e o desenvolvimento das lagartas. Ao longo do processo, observamos as transformações em cada fase até o surgimento das borboletas.
Durante a Festa Cultural da escola, as crianças liberaram as borboletas, sob o olhar encantado de seus familiares, em um momento que emocionou a todos. Por fim, criamos um álbum registrando todo o processo e nomeando cada uma das fases do ciclo de vida.
Projeto desenvolvido na EM Prof.ª Regina Célia Najar Ferreira Borelli
Desde a Constituição Federal de 1988, que assegura o direito ao pleno desenvolvimento da pessoa, a educação brasileira pretende contemplar não apenas aspectos cognitivos, mas também socioemocionais, culturais, éticos e físicos.
A LDB destaca a necessidade de uma formação integral dos estudantes, que valorize a dimensão humana e contribua para o exercício da cidadania.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) também é um marco importante para a Educação Integral. A BNCC estabelece os conhecimentos, competências e habilidades que todos os estudantes devem desenvolver ao longo da Educação Básica, contemplando diferentes áreas do conhecimento, incluindo as linguagens: Língua Portuguesa, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Sociais, e Linguagens e Códigos.
Assim sendo, no que se refere às linguagens, a BNCC propõe que os estudantes desenvolvam habilidades de leitura, escrita, oralidade e escuta ativa, bem como o domínio de diferentes linguagens artísticas, como música, dança, teatro e artes visuais. Essa abordagem visa estimular a expressão criativa, a sensibilidade estética e a capacidade de compreender e se comunicar por meio de diferentes linguagens.
A Educação Integral busca ir além do ensino formal das disciplinas, promovendo o acesso e a vivência das diferentes formas de expressão e comunicação. Essa abordagem proporciona aos estudantes a oportunidade de desenvolver habilidades artísticas, de se expressar de forma criativa e de ampliar sua compreensão do mundo por meio das linguagens.
É importante ressaltar que a implementação da Educação Integral com base na legislação para as diferentes linguagens requer o envolvimento de gestores, professores e toda a comunidade escolar. É preciso promover a articulação entre as diferentes áreas do conhecimento, estimular práticas pedagógicas inovadoras e garantir a formação continuada dos educadores, de modo a possibilitar uma educação integral e de qualidade para todos os estudantes..
Integrar essas diferentes linguagens na educação proporciona aos estudantes oportunidades de aprendizado mais abrangentes e enriquecedoras. Essa abordagem permite que eles desenvolvam suas potencialidades em várias dimensões e o preparo para a vida.
Relato de experiência do trabalho de musicalização desenvolvido pelo professor de Arte Ricardo Leite na EMESP Profª Jovita Franco Arouche. Esse podcast tem como objetivo compartilhar uma experiência que reflita em boas práticas inclusivas.
Participação especial na abertura: Isabela Maria Pellagio da Silva (filha do professor Ricardo)
Entrevistadora: Inaiá Bitencourt Pereira (esposa do professor Ricardo)
A Revista “Meu lugar” surgiu da necessidade de contar as histórias do povo de Mogi das Cruzes. A intenção das publicações é trazer protagonismo para os cidadãos (ãs) mogianos (as) ao relatar suas histórias e a sua relação afetiva com a cidade e com as transformações que vem ocorrendo com o passar do tempo.
Nesta revista, professores (as), estudantes, idosos (as), artistas, comerciantes, diferentes parcelas da população mogiana tem voz. Os relatos são intimistas e afetuosos, sempre com o olhar de pertencimento para com nossa cidade e seus bairros.
Nossa primeira edição foi lançada no ano passado (2021), em formato virtual, em comemoração ao aniversário da cidade, momento em que tivemos o imenso prazer de trazer um pouco do Patrimônio Material e Imaterial e, a partir deles, contar a História da nossa querida Mogi das Cruzes.
A segunda edição vem recheada de saberes e memórias do Bairro do Beija Flor, afinal, a temática que perpassa pelos objetivos dessa revista é: “ a cidade somos nós e nós somos a cidade”. Dessa forma, temos a intenção de em cada edição contar causos, histórias, vivências e experiências dos bairros que compõem Mogi. As revistas estão disponíveis em: https://portal.sme-mogidascruzes.sp.gov.br/publicacoes/revista-meu-lugar