Dia: 6 de setembro de 2023

  • Alunos do curso de inglês do CEU Bonsucesso têm aula especial no aeroporto

    Alunos do curso de inglês do CEU Bonsucesso têm aula especial no aeroporto

    A turma do curso de inglês infantil do CEU Bonsucesso teve uma tarde de muito conhecimento sobre a importância da língua inglesa no universo aeroportuário na última quinta-feira (15). A partir de uma visita educativa ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, por meio da empresa WFS Orbital, os alunos conheceram diversos espaços, sinalizações e serviços oferecidos aos passageiros que circulam pelo terminal aéreo mais movimentado da América do Sul.

    O grupo percorreu a área de check-in, o mirante de observação das aeronaves, o saguão do aeroporto (terminais 1 e 2), o local de embarque e a sede da empresa. Na parte do check-in foi feita uma simulação de cadastro, embarque e despacho de bagagens com as crianças, que receberam um cartão de embarque personalizado.

    Ao longo da visita foram apresentadas placas de sinalização de locais comuns do aeroporto em português e inglês com acompanhamento dos professores de língua e cultura inglesa Sérgio Corsini, André Bonifácio e Thalita Rios, além da equipe do CEU Bonsucesso.

    A visitação com monitoria significou duas horas de muito aprendizado para a turma e contou com a distribuição de lanches e a entrega de kits exclusivos da empresa para cada participante.

    Atualmente o CEU Bonsucesso possui duas turmas de curso de inglês infantil e conta com 40 alunos no total. Todos os cursos oferecidos nos CEUs da cidade são gratuitos e promovidos pelo programa Mais Futuro da Prefeitura de Guarulhos.

  • Alunos da EPG Clementina de Jesus produzem literatura de cordel com musicalização

    Alunos da EPG Clementina de Jesus produzem literatura de cordel com musicalização

    Para ampliar o repertório cultural e histórico por meio do acesso à literatura brasileira e aos gêneros textuais, os alunos do 2º ano da Escola da Prefeitura de Guarulhos (EPG) Clementina de Jesus, no Jardim Triunfo, região de Bonsucesso, aprenderam de forma criativa e envolvente sobre a literatura de cordel e musicalização. As aprendizagens estimularam o interesse das crianças para a compreensão das estruturas poéticas e narrativas por meio da leitura, da escrita e da arte brasileira.

    Os estudos iniciaram no começo de junho pela professora da turma, Vanessa de Souza, em parceria com os residentes da Unifesp Guarulhos que integram o Programa de Residência Pedagógica, desenvolvido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O programa contribui com projetos institucionais e para a melhoria da formação inicial de professores da educação básica nos cursos de licenciatura, com base nas experiências vivenciadas em sala de aula.

    A proposta pedagógica está também associada às formações do programa municipal Leitura, Emancipação, Interação e Alfabetização (Leia), que visa a alcançar as metas para a garantia da alfabetização de todas as crianças até o final do 2º ano do Ensino Fundamental. Nesses primeiros anos é importante um ambiente lúdico com atividades significativas com o uso de materiais que permitam que as crianças percebam a importância de ler e escrever, oferecendo a elas a possibilidade de compreenderem o uso da leitura e da escrita nos contextos sociais.

    Ludicidade e musicalização

    A professora trabalhou os saberes e as aprendizagens dos eixos educando, comunicação e expressão, presentes na proposta curricular da rede, com atividades que ajudaram os alunos a se conectarem com a literatura de cordel, gênero literário geralmente feito em versos na região Nordeste do Brasil durante as festas juninas.

    “Escolhi o cordel por ser uma manifestação cultural que teve origem no Nordeste e por ser um tipo de gênero literário com mais destaque nessa região. As crianças da região Sudeste quase não se apropriam dessa arte popular por estar fora de sua esfera cotidiana, mesmo sabendo que no Sudeste há uma quantidade considerável de nordestinos”, explicou a professora Vanessa de Souza sobre o valor dessa forma de expressão artística.

    As atividades reuniram reportagens em vídeo sobre cordelistas brasileiros, com destaque para José Francisco Borges, conhecido artisticamente como J. Borges, Braulio Bessa e Mari Bigio, uma das cordelistas estudadas.

    “O processo de produção artística do cordel em equipe foi baseado no romance teatral Romeu e Julieta, de William Shakespeare. Os alunos foram os próprios autores e para a realização da arte da capa utilizamos a lousa digital e o aplicativo Canva como recurso tecnológico para a produção criativa. Além disso, promovemos uma roda de conversa sobre o que aprendemos com a participação da coordenadora pedagógica da EPG Clementina de Jesus, Fabiana Alessandra Sobreiro, além de diversos momentos de musicalização, como roda de ukulelê, produzindo também um varal literário com folhetins, atividade que contou com a presença das famílias na escola”, relatou Vanessa.

    Os alunos socializaram a arte e a vivência sobre o estudo com cordéis, desenvolveram aprendizagens necessárias como ritmo, melodia e até mesmo criaram canções com base nos versos de cordel, além de apreciar a riqueza da linguagem poética.

    A sequência didática prosseguiu numa atividade de musicalização e protagonismo no processo criativo da adaptação dos cordéis em música por meio de parcerias com músicos, professores e estudantes de pedagogia.

    Nos últimos ensaios de musicalização a estudante de pedagogia da Unifesp Guarulhos Nataly Ferreira adaptou a música de cordel para o forró junto aos educandos do 2º ano. Em breve a canção será gravada no estúdio de gravação Escola 360 do CEU Bonsucesso.

    Para acessar a produção do cordel feita pela turma clique aqui.

  • Agosto Indígena: exposição revela universo indígena com fotografias dos alunos da EPG Maria Firmina dos Reis

    Agosto Indígena: exposição revela universo indígena com fotografias dos alunos da EPG Maria Firmina dos Reis

    Combinar projeções do universo indígena com fotos dos alunos em um trabalho imagético para valorizar a diversidade cultural dos povos originários no Brasil. Entre os dias 15 de agosto e 15 de setembro, de segunda a sexta, das 8h às 20h, a Secretaria de Educação recebe Projeta, exposição fotográfica dos alunos da EPG Maria Firmina dos Reis, resultado de sequência didática realizada no semestre anterior, que para além da proposta de criação artística também teve como foco um trabalho de projeções nos corpos, técnicas básicas de fotografia, edição e curadoria de imagens.

    Projeta conta com a exibição de 100 imagens, produzidas durante as aulas de Artes do professor Adriano Silva com as turmas do 1º ano da unidade. A proposta surgiu da investigação compartilhada do livro Kabá Darebu, do autor Daniel Munduruku (Brinque-Book, 2002, 28 páginas), que conta a história de um menino-índio que, com sabedoria e poesia, fala de ser de sua gente, os Munduruku.

    A exposição foi um dos projetos desenvolvidos para Mostra Cultural da EPG Maria Firmina dos Reis, na região do Bonsucesso, apresentado às famílias e comunidade no início de julho e que teve como tema Origens do Brasil: Como chegamos até aqui? Onde queremos chegar? Povos originários.

    De acordo com o professor Adriano, a investigação dos alunos seguiu a lógica de construção de conceitos, com rodas de conversa, tempestades de ideias e provocações sobre a atmosfera indígena. 

    “A partir do reconhecimento prévio daquilo que os estudantes já sabiam sobre o universo indígena, o projeto objetivou entender como os alunos relacionavam a atmosfera urbana e seu próprio cotidiano com o universo dos povos originários. Durante os debates, as imagens de animais apareciam com muita frequência e foi assim, através das plumagens e texturas, dos pelos, cores, da geometria da fauna e flora brasileira, que logo foram reconhecidas em cocares e pulseiras, colares, miçangas e pinturas corporais”, explicou o docente.

    O fazer artístico

    Não demorou muito para que a estética idealizada com a projeção de imagens ganhou outro sentido quando projetada sobre os alunos, o que promoveu uma espécie de fusão de imagens, resultado belíssimo de um processo criativo potente a ser explorado. 

    O fazer artístico teve como apoio obras do artista francês Philippe Echarouxl, que em 2016 projetou rostos de indígenas da etnia Suruí em copas de árvores e vegetações em diversos espaços de cidades, comunidades, áreas verdes e florestas, em protesto ao desmatamento. Além disso, Adriano e seus alunos também se inspiraram no brasileiro Daniel Lima, responsável pela exposição Terra de Gigantes, em exibição no Sesc Guarulhos até o dia 3 de setembro.

    “Com a mão na massa, em posse do smartphone, os alunos registraram as imagens de seus colegas. Todos os alunos tiveram a oportunidade de fotografar, dirigir e posar para as fotos durante o experimento.  É importante dizer que para esse projeto foram utilizados apenas recursos tecnológicos acessíveis, como Smartphone, retroprojetor e editor básico de imagens”, explica Adriano. 

    Para saber mais sobre os projetos e ações desenvolvidas nas escolas da rede municipal, acesse https://portaleducacao.guarulhos.sp.gov.br/siseduc/.

  • Alunos do 1º ano da EPG Zuzu Angel produzem livro de forma coletiva

    Alunos do 1º ano da EPG Zuzu Angel produzem livro de forma coletiva

    A cobra vive deitada. A minhoca vive enrolada. O pavão vive no centro da atenção. São nessas diferentes situações que os animais vivem no livro Lugar de Bicho, de Viviane Távora, com ilustrações de Clara Gavilan. A partir da leitura realizada pela professora Luciana Fernandes para a turma do 1º ano da EPG Zuzu Angel, na Vila Alzira, surgiu a ideia de escrever um livro de forma coletiva, na qual foram trabalhadas a imaginação e o gosto pela leitura, o que favoreceu o processo de alfabetização e o letramento por meio da poesia.

    Durante a leitura as crianças sentiram a falta de alguns animais e pediram para escrever sobre outros bichos que não estavam presentes na história. Então, com o incentivo da professora, veio a proposta de escrever um livro em grupo. Os alunos listaram os animais, votaram e definiram quais iriam para o livro; depois, escreveram coletivamente sobre o lugar onde cada bicho iria viver, explorando a criatividade durante toda a atividade.

    “A professora propôs uma situação que motivou os educandos a produzirem textos reais e significativos a partir da leitura realizada diariamente. A iniciativa envolveu o desejo e a curiosidade de falar de outros animais que não constavam no livro. Esses momentos reflexivos sobre a prática docente vêm acontecendo no programa Leia (Leitura, Emancipação, Interação e Alfabetização), com ações que vêm ao encontro da proposta curricular da rede”, explica Marlene Rosa, tutora do Leia.

    O processo de elaboração do livro durou cerca de uma semana. No decorrer da criação a turma o completou com algumas informações, como o número de páginas, a foto do escritor, do ilustrador e dos alunos.

    Exposição

    Com o livro pronto as crianças decidiram que apresentariam a história para as suas famílias. Dessa forma, nesta quinta-feira (10), a turma expôs o projeto para as demais turmas e as famílias, que prestigiaram os trabalhos.

    Em grupos, os próprios alunos confeccionaram cartazes e desenharam no papel kraft para forrar as mesas, onde os livros ficaram em exposição. “Eu fiquei muito animado ao criar histórias, de ver a minha foto como autor. A partir dos livros nós aprendemos a nos comunicar melhor”, relatou o aluno João Reis Barbosa, que estava orgulhoso pela criação, juntamente com seus amigos de classe.

    O projeto do livro potencializou as ações para a alfabetização, além de favorecer a interação entre os alunos com diferentes saberes, com momentos de contação de histórias e a leitura como forma de estímulo para a formação de pessoas.

  • MINUTO SEMECTI  -Ensino e aprendizagem na perspectiva da Educação Inclusiva

    MINUTO SEMECTI  -Ensino e aprendizagem na perspectiva da Educação Inclusiva

    De acordo com a proposta do Ministério da Educação (MEC) e as diretrizes da Educação Inclusiva, é fundamental que todas as crianças com deficiência sejam matriculadas no ensino regular. Isso é essencial para garantir que elas tenham o direito de receber o Atendimento Educacional Especializado, oferecido aos alunos pelo Departamento de Educação Especial. Com intuito de promover a inclusão e a igualdade de oportunidades para todas as crianças, independentemente de suas necessidades especiais, no ambiente educacional.

    Essa abordagem foi tema no 🕰️ Minuto Semecti #12, confira abaixo:

  • MINUTO SEMECTI  – Como é realizada a Sondagem de Escrita numa escola bilíngue para surdos.

    MINUTO SEMECTI  – Como é realizada a Sondagem de Escrita numa escola bilíngue para surdos.

    A cidade de Itaquaquecetuba tem na sua rede de ensino, a primeira escola municipal de educação bilíngue para surdos em classe regular no ensino fundamental do Alto Tietê. A unidade recebeu o nome de Charles Michel de l’Éppée em homenagem ao religioso francês conhecido por elaborar métodos diferenciados para pessoas surdas, com estímulo às habilidades de leitura e escrita de maneira inovadora.

    A escola tem como base a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como primeira língua e a Língua Portuguesa como segunda língua. Essa abordagem é fundamental para proporcionar um ambiente inclusivo onde os estudantes surdos podem se expressar plenamente e se comunicar efetivamente

    No🕰️ Minuto Semecti #19, foi abordado o modo como a Sondagem de Escrita é trabalhado na unidade. Confira, abaixo:

  • MINUTO SEMECTI  -Escolas de Tempo Integral recebem aulas de Jiu-jitsu por meio do PROEDUC

    MINUTO SEMECTI  -Escolas de Tempo Integral recebem aulas de Jiu-jitsu por meio do PROEDUC

    O Projeto “Luta: Escola da Vida” ,  uma iniciativa da prefeitura em colaboração com a Secretaria de Educação e o Instituto Irmãos Nogueira, conhecidos lutadores de artes marciais Minotauro e Minotouro.

    O principal objetivo é proporcionar às crianças uma experiência que combine aprendizado acadêmico com a promoção de valores éticos e morais.
    Confira abaixo no 🕰️ Minuto Semecti #01: